Fórum Econômico Mundial 2026: Titãs globais da tecnologia se reúnem em Davos

Fórum Econômico Mundial 2026: Titãs globais da tecnologia se reúnem em Davos

Quase 3.000 participantes de alto nível dos setores empresarial, governamental e de outras áreas, além de inúmeros ativistas, jornalistas e observadores externos, estão reunidos na cidade suíça de Davos para o encontro anual do Fórum Econômico Mundial.

Aqui está um panorama da mais recente edição deste evento de elite nos Alpes: O FEM e Davos

O fórum é um think tank e organizador de eventos com sede em Genebra, cujo principal evento – o encontro anual – estreou em 1971 em Davos, uma cidade turística de esqui com cerca de 10.000 habitantes, situada a uma altitude de aproximadamente 1.500 metros (quase 5.000 pés) nos Alpes suíços orientais.

A primeira edição, organizada pelo fundador do fórum, Klaus Schwab, reuniu executivos de empresas.

Desde então, o encontro se expandiu e se tornou uma conferência abrangente sobre temas tão diversos quanto desigualdade econômica, mudanças climáticas, tecnologia e cooperação global – bem como competição e conflito.

Mais de 200 sessões abordarão uma ampla gama de temas. Quem vai participar?

Os organizadores afirmam que um número recorde de quase 400 líderes políticos de alto escalão, incluindo mais de 60 chefes de Estado e de governo, e quase 850 presidentes e CEOs de muitas das principais empresas do mundo, estarão presentes.

Entre os principais nomes, destaca-se o presidente dos EUA, Donald Trump, que fará um discurso na quarta-feira, além de diversos ministros e assessores importantes, como o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário do Tesouro Scott Bessent e o enviado especial Steve Witkoff.

O presidente francês Emmanuel Macron, a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen, o presidente sírio Ahmad al-Sharaa, o primeiro-ministro canadense Mark Carney, o presidente congolês Félix Tshisekedi, o vice-primeiro-ministro chinês He Lifeng e o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy.

Os organizadores afirmam que 55 ministros da economia e finanças, 33 ministros das relações exteriores, 34 ministros do comércio, indústria e 11 governadores de bancos centrais também são esperados.

Entre os titãs da tecnologia confirmados estão Jensen Huang, da Nvidia; Satya Nadella, da Microsoft; Demis Hassabis, do Google DeepMind; e Arthur Mensch, da Mistral AI, da França.

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, e representantes do Conselho Mundial de Inteligência Artificial também estarão presentes.

Os organizadores afirmam que 55 ministros da economia e finanças, 33 ministros das relações exteriores, 34 ministros do comércio, indústria e 11 governadores de bancos centrais também são esperados.

Entre os titãs da tecnologia confirmados estão Jensen Huang, da Nvidia; Satya Nadella, da Microsoft; Demis Hassabis, do Google DeepMind; e Arthur Mensch, da Mistral AI, da França.

O Secretário-Geral da OTAN, Mark Rutte, e a Diretora-Geral da Organização Mundial do Comércio, Ngozi Okonjo-Iweala, estão entre as dezenas de altos funcionários de instituições internacionais. O que há de diferente este ano?

O contexto geopolítico tornou-se incrivelmente complexo este ano: as declarações e políticas de Trump sobre assuntos tão diversos como Venezuela, Groenlândia e Irã — sem mencionar suas agressivas políticas tarifárias — desestabilizaram a ordem mundial e levantaram questões sobre o papel dos Estados Unidos no mundo.

O advento da IA ​​— suas promessas e perigos — também se tornou um tema em voga. Executivos de empresas examinarão como aplicá-la para aumentar a eficiência e os lucros; líderes sindicais e grupos de defesa alertarão sobre sua ameaça a empregos e meios de subsistência, e os formuladores de políticas buscarão o melhor caminho a seguir entre a regulamentação e o direito à inovação.

Os organizadores da Conferência de Davos sempre apresentam palavras-chave para o encontro, e a deste ano é “Um Espírito de Diálogo” — em torno de cinco temas: cooperação, crescimento, investimento em pessoas, inovação e construção da prosperidade.

Os críticos afirmam que Davos é muita conversa e pouca ação para corrigir a enorme desigualdade no mundo e abordar problemas como as mudanças climáticas.

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