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Toy Story 5 ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais

Toy Story 5 alcançou um novo marco histórico nas bilheterias. A animação da Pixar ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação mundial, consolidando-se como um dos maiores sucessos cinematográficos de 2026.

De acordo com os números mais recentes, o filme acumulou aproximadamente US$ 1,022 bilhão globalmente, sendo cerca de US$ 448,6 milhões nos Estados Unidos e Canadá e aproximadamente US$ 573,5 milhões no mercado internacional.

O resultado coloca Toy Story 5 entre os grandes fenômenos comerciais do ano e reforça a força da franquia criada pela Pixar.

Toy Story 5 supera US$ 1 bilhão

A marca de US$ 1 bilhão foi alcançada poucas semanas depois da estreia do longa nos cinemas.

O quinto filme da franquia começou sua trajetória comercial com números expressivos. Em seu primeiro fim de semana, Toy Story 5 arrecadou US$ 312 milhões mundialmente, registrando uma das maiores aberturas da história da Pixar.

O desempenho inicial ajudou o filme a permanecer entre os títulos mais populares do mercado internacional durante as semanas seguintes.

Agora, com mais de US$ 1 bilhão acumulados, a produção demonstra que o interesse do público pelos personagens Woody, Buzz Lightyear e companhia continua forte décadas depois do lançamento do primeiro filme.

Terceiro filme de 2026 a atingir a marca

O novo sucesso da Pixar também ganhou importância dentro do mercado cinematográfico de 2026.

Toy Story 5 é o terceiro filme lançado em 2026 a ultrapassar US$ 1 bilhão em bilheteria mundial. O resultado coloca a animação em um grupo extremamente seleto de grandes sucessos comerciais do ano.

O desempenho também é significativo para a Pixar, que agora soma mais um título bilionário à sua história. Segundo os dados publicados sobre o marco, Toy Story 5 é o sexto filme da Pixar a superar US$ 1 bilhão globalmente.

Quanto Toy Story 5 arrecadou?

Os números atuais mostram uma divisão relativamente equilibrada entre o mercado doméstico e o internacional.

MercadoBilheteria aproximada
Estados Unidos e CanadáUS$ 448,6 milhões
InternacionalUS$ 573,5 milhões
Total mundialUS$ 1,022 bilhão

Os valores podem continuar aumentando enquanto o filme permanecer em cartaz nos cinemas.

O mercado internacional representa uma parcela ligeiramente maior da arrecadação total, mostrando que a franquia continua tendo enorme alcance fora da América do Norte.

Uma nova vitória para a franquia Toy Story

O sucesso de Toy Story 5 é especialmente relevante porque a franquia já possui uma trajetória de mais de três décadas.

O primeiro Toy Story chegou aos cinemas em 1995 e ajudou a transformar a animação digital em uma das principais forças de Hollywood. Desde então, a série se tornou uma das propriedades mais reconhecidas da Pixar.

A chegada do quinto filme poderia representar um desafio: convencer o público de que ainda havia espaço para uma nova aventura depois de quatro produções anteriores.

A resposta das bilheterias, porém, indica que o interesse continua elevado.

Toy Story 5 teve uma estreia poderosa

Antes de chegar à marca de US$ 1 bilhão, o filme já havia estabelecido uma forte trajetória comercial.

A animação registrou aproximadamente US$ 160 milhões no mercado doméstico em seu primeiro fim de semana, enquanto a arrecadação internacional ajudou a elevar o total global de estreia para US$ 312 milhões.

O resultado foi suficiente para transformar Toy Story 5 em um dos maiores lançamentos da Pixar.

O desempenho também mostrou que o público não estava apenas interessado em assistir ao novo capítulo por nostalgia: o filme conseguiu atrair espectadores em diferentes mercados ao redor do mundo.

Pixar amplia sua lista de filmes bilionários

O novo resultado também representa uma conquista importante para a Pixar.

Ao ultrapassar US$ 1 bilhão, Toy Story 5 entra para o grupo de produções da companhia que conseguiram alcançar esse patamar global de bilheteria.

A marca é particularmente importante para um estúdio de animação porque demonstra a capacidade de suas franquias de gerar grandes receitas em diferentes gerações.

Além de Toy Story, a Pixar possui outras propriedades de enorme alcance internacional, incluindo Os Incríveis, Procurando Dory, Procurando Nemo, Divertida Mente e outras produções que conquistaram o público mundial.

O que explica o sucesso de Toy Story 5?

Vários fatores podem ajudar a explicar o desempenho comercial do novo filme.

O primeiro é a força da própria franquia. Toy Story possui reconhecimento global e personagens que fazem parte da infância de diferentes gerações.

Outro fator é a combinação entre nostalgia e uma nova história. Adultos que cresceram assistindo aos filmes anteriores podem ter retornado aos cinemas acompanhados por filhos ou familiares mais jovens.

A estratégia também se beneficia da força global da marca Disney e da distribuição internacional do filme.

O filme ainda pode arrecadar mais

Apesar de já ter ultrapassado a barreira de US$ 1 bilhão, Toy Story 5 ainda pode aumentar sua arrecadação mundial enquanto continuar disponível nos cinemas.

O valor final dependerá principalmente da permanência do filme em cartaz e do ritmo de queda das receitas semanais em diferentes mercados.

Por isso, o número de US$ 1,022 bilhão não necessariamente representa o resultado definitivo da produção.

A pergunta agora é até onde o longa conseguirá chegar antes de encerrar sua passagem pelas salas de cinema.

Toy Story 5 pode se tornar o maior filme de 2026?

O desempenho coloca Toy Story 5 em uma posição muito forte na disputa pelos maiores sucessos cinematográficos de 2026.

Com mais de US$ 1 bilhão globalmente, o filme já ultrapassou a maioria das produções lançadas neste ano. No entanto, o ranking ainda pode mudar com a chegada de grandes títulos ao longo do segundo semestre.

O resultado também mostra como as grandes franquias continuam dominando o mercado mundial de cinema.

Para a Disney e a Pixar, o sucesso representa uma confirmação de que personagens conhecidos continuam capazes de gerar enorme interesse comercial quando recebem novas histórias.

Um novo recorde para Buzz e Woody

O marco de US$ 1 bilhão é mais um capítulo importante na história de Toy Story.

A franquia conseguiu atravessar diferentes gerações sem perder sua relevância cultural e comercial. Agora, Toy Story 5 adiciona mais uma conquista ao legado da série ao se tornar um dos maiores sucessos de bilheteria de 2026.

Com mais de US$ 1,02 bilhão arrecadados mundialmente, o filme já pode ser considerado um dos grandes fenômenos cinematográficos do ano.

E enquanto a produção continuar em cartaz, a bilheteria ainda pode crescer.

Toy Story 5 chegou ao clube do bilhão — e a força da franquia mostra que a história de Woody, Buzz e seus companheiros está longe de perder espaço entre o público mundial.

Tecnologia

Apple prepara novo iPad mini com resistência à água e tela OLED

A Apple pode estar preparando uma das maiores atualizações da história do iPad mini. A próxima geração do tablet compacto é esperada para chegar até outubro de 2026 e poderá trazer, pela primeira vez na linha iPad, um design com maior resistência à água, além de uma aguardada tela OLED.

As informações ainda não foram anunciadas oficialmente pela Apple, mas os rumores recentes apontam para mudanças importantes no aparelho. Entre elas estão um novo sistema de alto-falantes baseado em vibração, uma estrutura mais protegida contra a entrada de água e poeira e a adoção de tecnologia OLED.

Se confirmadas, essas mudanças poderão transformar o iPad mini 2026 em um dos tablets mais interessantes do catálogo da Apple.

Novo iPad mini pode ser resistente à água

A principal novidade é justamente uma característica que os iPads atuais não oferecem oficialmente: resistência à água.

Segundo informações divulgadas sobre o projeto, a Apple estaria desenvolvendo uma nova estrutura para o iPad mini capaz de oferecer proteção semelhante à encontrada nos iPhones em ambientes úmidos. A ideia seria tornar o tablet mais adequado para situações cotidianas como uso próximo a uma piscina ou em um banheiro.

É importante, porém, não confundir resistência à água com impermeabilidade. Até o momento, não há confirmação pública sobre uma classificação IP específica para o futuro iPad mini.

Também não está claro se o dispositivo terá uma certificação equivalente ao IP68 dos iPhones. A Apple ainda não confirmou oficialmente essa especificação para o novo tablet.

Apple pode eliminar os tradicionais furos dos alto-falantes

Para tornar o iPad mini mais resistente à entrada de água, a Apple estaria trabalhando em uma solução diferente para os alto-falantes.

O projeto citado nos relatos utiliza um sistema de áudio baseado em vibração, que permitiria produzir som por meio de superfícies do próprio dispositivo, reduzindo a necessidade de aberturas tradicionais para os alto-falantes.

Essa mudança teria uma função além da qualidade sonora: diminuir um dos pontos por onde água e poeira poderiam entrar no aparelho.

A abordagem seria diferente daquela utilizada nos iPhones, que contam com componentes de vedação e outros métodos de proteção para preservar as aberturas do dispositivo.

iPad mini 2026 pode finalmente ganhar tela OLED

A resistência à água não deve ser a única grande novidade.

Relatos recentes indicam que a próxima geração do iPad mini poderá receber uma tela OLED, tecnologia que já está presente no iPad Pro, mas ainda não chegou ao pequeno tablet da Apple.

A mudança de LCD para OLED poderia melhorar significativamente a experiência visual. Entre os benefícios esperados estão:

  • pretos mais profundos;
  • maior contraste;
  • cores mais intensas;
  • melhor qualidade de imagem;
  • potencialmente melhor experiência para filmes e jogos.

A Apple atualizou o iPad Pro com telas OLED em 2024, mas o iPad mini continua utilizando LCD. A chegada do OLED representaria, portanto, uma importante evolução dentro da linha compacta.

Quando será lançado o novo iPad mini?

As informações mais recentes apontam para um lançamento até outubro de 2026.

O cronograma ainda não foi confirmado pela Apple, portanto a data exata de apresentação permanece desconhecida. O atual iPad mini de sétima geração foi lançado em outubro de 2024, equipado com o chip A17 Pro.

Isso significa que a próxima atualização deverá ocorrer aproximadamente dois anos depois da geração atual.

Caso a Apple mantenha o calendário esperado, o segundo semestre de 2026 poderá ser decisivo para o futuro do iPad mini.

Qual será o chip do iPad mini 2026?

Além da tela OLED e da resistência à água, existem rumores de que a Apple também poderá atualizar o processador.

Relatos anteriores mencionaram a possibilidade de o próximo iPad mini utilizar um A19 Pro ou A20, representando um salto em relação ao A17 Pro da geração atual. No entanto, essa informação ainda não foi confirmada oficialmente.

Uma atualização de processador poderia melhorar o desempenho geral, a eficiência energética e os recursos relacionados à inteligência artificial no dispositivo.

Por enquanto, porém, o chip definitivo deve ser tratado como informação especulativa.

O novo iPad mini poderá ficar mais caro?

Outra consequência possível das novas tecnologias é um aumento no preço.

Uma tela OLED tende a ser mais cara do que um painel LCD, enquanto uma nova estrutura resistente à água e um sistema de áudio redesenhado também podem aumentar os custos de fabricação. Relatos anteriores chegaram a apontar para a possibilidade de um aumento de preço de até US$ 100, embora isso não tenha sido confirmado pela Apple.

O atual iPad mini parte de US$ 499 nos Estados Unidos, segundo informações reunidas nos relatos sobre o produto.

Ainda não há informações confiáveis sobre o preço oficial da próxima geração ou sobre os valores que seriam praticados no Brasil.

Por que a resistência à água pode ser importante?

A mudança pode parecer pequena, mas teria impacto direto no uso diário.

O iPhone já oferece resistência à água em suas gerações recentes, enquanto os iPads não possuem uma classificação oficial equivalente. A própria documentação ambiental da Apple descreve o iPad mini atual como tendo uma construção unibody durável, mas isso não significa que ele seja resistente à água.

Um iPad mini com maior proteção poderia ser mais confortável para pessoas que utilizam o aparelho em viagens, na cozinha, próximo a piscinas ou em outros ambientes onde respingos são comuns.

Ainda assim, até que a Apple divulgue oficialmente uma classificação IP, não é recomendável considerar o futuro aparelho como à prova d’água.

iPad mini pode receber uma grande atualização em 2026

A combinação de tela OLED, maior resistência à água e um novo sistema de áudio faria do próximo iPad mini uma atualização consideravelmente mais importante do que uma simples troca de processador.

A Apple também poderia aproveitar a nova geração para atualizar outros componentes, embora ainda existam poucas informações confiáveis sobre todas as especificações.

O modelo atual foi lançado em 2024 e trouxe o chip A17 Pro, que permitiu ao iPad mini utilizar recursos de Apple Intelligence.

Agora, a empresa parece estar preparando uma renovação mais ampla para manter o tablet compacto competitivo em um mercado no qual telas OLED e resistência à água já são características valorizadas pelos consumidores.

O que esperar do iPad mini 2026

Se os rumores se confirmarem, o novo iPad mini poderá chegar com um conjunto de mudanças bastante relevante:

Tela OLED: melhor contraste, cores mais fortes e pretos mais profundos.

Resistência à água: uma estrutura redesenhada para reduzir a entrada de líquidos e poeira.

Novo sistema de áudio: alto-falantes baseados em vibração que podem eliminar algumas aberturas tradicionais.

Novo processador: possibilidade de um chip A19 Pro ou A20, embora ainda sem confirmação.

Lançamento: expectativa de apresentação até outubro de 2026.

Preço: possibilidade de aumento em relação à geração atual, especialmente por causa da tela OLED.

Nenhuma dessas especificações deve ser considerada definitiva até que a Apple faça o anúncio oficial.

Apple pode transformar o iPad mini em um tablet muito mais versátil

O próximo iPad mini pode representar uma mudança importante para a menor categoria de tablets da Apple.

A possível combinação de uma tela OLED com maior resistência à água resolveria duas das principais limitações associadas ao modelo atual. Ao mesmo tempo, um processador mais moderno poderia ampliar a capacidade do aparelho para jogos, produtividade e recursos de inteligência artificial.

O lançamento esperado até outubro de 2026 será, portanto, um dos eventos mais aguardados para os fãs do tablet compacto.

Por enquanto, a Apple mantém silêncio sobre o produto. Mas, se os rumores estiverem corretos, o iPad mini 2026 poderá ser o primeiro iPad da história com resistência à água e também o primeiro modelo compacto da linha a adotar uma tela OLED.

Mundo

Troy Jackson é escolhido pelos democratas para disputar o Senado dos EUA pelo Maine

Maine, 25 de julho de 2026 — Os democratas do Maine escolheram oficialmente Troy Jackson como candidato ao Senado dos Estados Unidos nas eleições de novembro. A decisão encerra uma corrida interna marcada pela saída de Graham Platner e coloca Jackson frente a frente com a senadora republicana Susan Collins em uma disputa considerada estratégica para o controle do Senado americano.

Jackson, ex-presidente do Senado estadual do Maine e político com raízes na classe trabalhadora, foi escolhido durante uma convenção partidária realizada em Bangor. O resultado foi praticamente unânime: 566 dos 571 delegados que votaram apoiaram sua candidatura.

A escolha acontece poucas semanas depois de Platner abandonar a disputa, obrigando o Partido Democrata a organizar rapidamente um novo processo para definir quem ocuparia seu lugar na cédula eleitoral.

Troy Jackson assume candidatura democrata após saída de Graham Platner

A ascensão de Jackson ocorreu em um período excepcionalmente curto. Graham Platner, que havia conquistado a indicação democrata anteriormente, deixou a corrida em 10 de julho, depois que uma mulher o acusou de agressão sexual. Platner negou a acusação, mas sua saída abriu uma disputa urgente dentro do partido para encontrar um substituto.

Com o calendário eleitoral avançando rapidamente, os democratas do Maine precisavam escolher um novo nome capaz de reorganizar a campanha e enfrentar Susan Collins nas eleições de novembro.

Jackson rapidamente ganhou força entre os delegados partidários. Seus principais concorrentes acabaram suspendendo suas campanhas, deixando o ex-presidente do Senado estadual em uma posição dominante antes da convenção.

Quem é Troy Jackson?

Troy Jackson tem uma trajetória política diferente da de muitos candidatos tradicionais ao Senado americano.

Natural do norte do Maine, ele é um madeireiro de quinta geração e já ocupou o cargo de presidente do Senado estadual. Antes de se tornar um importante nome democrata, Jackson também foi republicano.

Sua imagem política está fortemente associada à classe trabalhadora do Maine. Durante o discurso de aceitação da indicação, Jackson enfatizou temas econômicos e criticou a influência de grandes empresas e interesses corporativos sobre a política americana.

O candidato também defende uma agenda progressista em áreas como saúde e direitos trabalhistas. Sua trajetória, entretanto, inclui posições anteriores diferentes das que mantém atualmente, algo que pode ser explorado pelos republicanos durante a campanha.

Susan Collins será a adversária republicana

Com a indicação confirmada, Jackson terá agora uma tarefa difícil: derrotar Susan Collins, senadora republicana que representa o Maine há décadas.

Collins é uma das figuras políticas mais conhecidas do estado e construiu uma reputação nacional como republicana moderada. A disputa de 2026, no entanto, ocorre em um cenário especialmente importante para os dois partidos.

Os democratas enxergam o Maine como uma oportunidade para conquistar um assento atualmente controlado pelos republicanos. Para o Partido Republicano, manter o mandato de Collins é fundamental para preservar sua vantagem no Senado.

Eleição no Maine pode influenciar o controle do Senado

A disputa entre Troy Jackson e Susan Collins terá importância muito além do estado do Maine.

Os republicanos atualmente possuem uma maioria estreita no Senado dos Estados Unidos, e os democratas precisam conquistar vários assentos para recuperar o controle da Câmara. Por isso, estados considerados competitivos podem determinar o equilíbrio de poder em Washington após as eleições de meio de mandato de 2026.

O Maine está entre os estados que os democratas consideram uma oportunidade importante. Uma vitória de Jackson poderia representar um ganho significativo para o partido e aumentar suas chances de voltar a controlar o Senado.

Jackson terá de superar a crise provocada por Platner

Um dos principais desafios da nova campanha democrata será separar a candidatura de Jackson da turbulência que marcou a campanha de Graham Platner.

Platner havia atraído atenção nacional e forte apoio de setores progressistas, mas sua saída deixou o partido diante da necessidade de reconstruir rapidamente sua estratégia eleitoral. A escolha de Jackson representa uma tentativa de iniciar uma nova fase e concentrar a disputa em questões como economia, custo de vida e trabalhadores.

Ao mesmo tempo, os republicanos já começaram a analisar o histórico político de Jackson em busca de pontos que possam ser utilizados contra ele durante a campanha. Reportagens também destacaram episódios controversos relacionados ao seu temperamento durante sua passagem pela política estadual.

Uma disputa entre dois perfis muito diferentes

A eleição deverá colocar frente a frente dois políticos com perfis bastante distintos.

De um lado está Troy Jackson, um ex-madeireiro e ex-presidente do Senado do Maine que procura construir uma imagem de candidato ligado à classe trabalhadora e às demandas econômicas dos eleitores.

Do outro está Susan Collins, uma veterana do Senado com longa experiência em Washington e uma imagem de republicana moderada.

A campanha deverá abordar temas como custo de vida, saúde, imigração, empregos, política econômica e o governo de Donald Trump.

O que acontece agora?

Com a indicação oficializada, Troy Jackson poderá concentrar todos os esforços na eleição geral de novembro.

O novo candidato democrata terá pouco tempo para consolidar sua campanha, arrecadar recursos e apresentar sua plataforma aos eleitores do Maine. Ele também precisará conquistar independentes e eleitores moderados, que podem ter papel decisivo em uma disputa contra uma senadora experiente como Collins.

A campanha também deverá receber atenção nacional à medida que os dois partidos disputarem cada assento capaz de alterar a maioria no Senado.

Maine se transforma em uma das disputas mais importantes de 2026

A escolha de Troy Jackson encerra uma das mais rápidas e incomuns mudanças de candidatura da eleição para o Senado americano em 2026.

Depois da saída de Graham Platner, os democratas conseguiram rapidamente se unir em torno de Jackson. Sua vitória por 566 votos contra cinco demonstra a força que ele conseguiu reunir entre os delegados do partido.

Agora, porém, começa o desafio mais difícil.

Jackson terá de transformar esse apoio partidário em votos suficientes para derrotar Susan Collins em novembro. Para os democratas, uma vitória no Maine poderia ser decisiva na tentativa de recuperar o controle do Senado.

Para Collins, a eleição será uma oportunidade de defender seu longo histórico político no estado e manter uma cadeira republicana em uma disputa que promete ganhar importância nacional.

A partir de agora, a corrida entre Troy Jackson e Susan Collins passa a ser uma das disputas eleitorais mais observadas dos Estados Unidos em 2026.

Economia

EUA impõem novas tarifas de 10% a 12,5% sobre 60 parceiros comerciais em meio a acusações sobre trabalho forçado

Medida substitui tarifa temporária de 10% que expirou na sexta-feira e atinge 99,4% das importações americanas

Os Estados Unidos impuseram novas tarifas sobre 60 parceiros comerciais, incluindo China, Reino Unido, Canadá, México, Índia e União Europeia, em mais uma escalada na guerra comercial iniciada pelo presidente Donald Trump no ano passado. As novas alíquotas, que variam de 10% a 12,5% sobre todos os bens importados desses países, entraram em vigor à 0h01 de sexta-feira (horário de Brasília), substituindo a tarifa temporária de 10% que expirou no mesmo dia.

De acordo com o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), as novas tarifas cobrem 99,4% de todas as importações americanas. Entre os parceiros afetados, Canadá, México, Índia e Reino Unido enfrentarão uma alíquota de 10%. Já Taiwan e a União Europeia — o maior parceiro comercial individual dos EUA — estarão sujeitos à tarifa máxima de 12,5%.

Justificativa legal e acusações

As tarifas foram implementadas ao abrigo da Seção 301 do Trade Act de 1974, um estatuto diferente daquele utilizado anteriormente para autorizar a maioria das tarifas. A mudança ocorreu após a Suprema Corte dos EUA ter derrubado, em fevereiro, grande parte das tarifas de Trump impostas ao abrigo da Lei Internacional de Poderes Econômicos de Emergência, decidindo que a administração havia excedido sua autoridade.

A administração Trump argumenta que os 60 países alvo falharam em “impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado”. O representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, afirmou em comunicado: “Os Estados Unidos têm uma proibição de importação de trabalho forçado há quase um século e a aplicam rigorosamente; já passou da hora de nossos parceiros comerciais fazerem o mesmo.”

Os parceiros comerciais que “assumiram compromissos de adotar e aplicar efetivamente” proibições sobre importações provenientes de trabalho forçado estarão sujeitos à tarifa de 10%, enquanto aqueles que não o fizeram enfrentarão a alíquota mais alta de 12,5%.

Reações e críticas

A justificativa apresentada pelos EUA, no entanto, tem sido recebida com ceticismo por analistas e por alguns dos países afetados. A chefe da política externa da UE, Kaja Kallas, rejeitou veementemente a acusação. “Não se pode dizer isso para a União Europeia”, declarou Kallas à Reuters à margem de reuniões da ASEAN em Manila. “Se compararmos nossas leis trabalhistas com as dos Estados Unidos, temos férias remuneradas, temos condições de trabalho muito boas para nossos funcionários, portanto não tem fundamento”, acrescentou.

A especialista em comércio dos EUA, Caroline Freund, reitora da Escola de Política Global e Estratégia da UC San Diego, afirmou que a medida “não é sobre trabalho forçado”, mas que Trump está simplesmente “procurando uma razão legal para impor as tarifas”. “Acho que eles estavam procurando uma razão legal para colocar as tarifas e mantê-las, porque seus objetivos — e Greer tem sido muito claro sobre isso, assim como Trump — são o déficit comercial e a manufatura americana, não o trabalho forçado”, disse Freund ao programa Today, da BBC.

Impactos e isenções

As novas tarifas devem elevar os custos para empresas e consumidores, embora seu impacto possa ser atenuado pelo número de bens isentos. As isenções incluem fertilizantes e alguns tipos de combustível, ambos com preços em alta devido à guerra no Irã, além de alguns alimentos, automóveis e metais.

A especialista em segurança econômica do Asia Society Policy Institute, Wendy Cutler, observou que a maioria dos parceiros comerciais ficará decepcionada com as novas tarifas e provavelmente buscará “reduzir sua dependência dos EUA” por meio de acordos com outros países.

No Reino Unido, o chefe da Câmara de Comércio Britânica (BCC), William Bain, alertou que o país perdeu sua vantagem comparativa em relação à União Europeia como resultado das novas tarifas. Enquanto a UE tem um acordo de 10% para tarifas sobre seus bens, o Reino Unido enfrenta tarifas universais de 10% sobre quaisquer direitos incidentes sobre bens individuais.

“As tarifas propostas na semana passada pela Casa Branca [foram] motivadas por preocupações de que os países não estavam fazendo o suficiente para combater o trabalho forçado”, segundo a BBC. Greer defendeu a medida afirmando que “a ação de hoje começará a corrigir o que é tanto um abuso de direitos humanos quanto uma prática comercial distorciva, para melhorar o bem-estar dos trabalhadores em todo o mundo”.

Com informações da NBC News e BBC News

Mundo

Brasil critica novas tarifas dos Estados Unidos e classifica medida como arbitrária

O governo brasileiro reagiu com firmeza às novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos sobre produtos importados de diversos países, incluindo o Brasil. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que a decisão é “arbitrária e injustificada”, argumentando que as medidas não possuem fundamento jurídico adequado e representam um obstáculo ao comércio internacional.

Segundo as autoridades brasileiras, as novas barreiras comerciais foram apresentadas sob o argumento de reforçar o combate ao trabalho forçado nas cadeias produtivas globais. No entanto, Brasília sustenta que a iniciativa tem caráter essencialmente protecionista e não reflete a cooperação histórica entre os dois países em temas ligados aos direitos trabalhistas e ao comércio internacional.

Governo promete defender os interesses brasileiros

Em resposta ao anúncio, o governo informou que utilizará todos os mecanismos previstos na legislação nacional e nas normas internacionais para proteger os exportadores brasileiros. Entre as alternativas em estudo estão a aplicação da Lei da Reciprocidade Comercial e a abertura de um processo de contestação na Organização Mundial do Comércio (OMC), buscando reverter as medidas consideradas incompatíveis com as regras do comércio global.

Apesar do tom crítico, integrantes da equipe econômica afirmaram que o Brasil pretende manter o diálogo com Washington e buscar uma solução negociada. A estratégia do governo é priorizar a diplomacia antes da adoção de eventuais medidas recíprocas, preservando a estabilidade das relações econômicas entre os dois países.

Parte das exportações ficará isenta

Mesmo com a adoção das novas tarifas, cerca de 2 mil produtos brasileiros deverão permanecer isentos da cobrança adicional, segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os itens preservados estão produtos de grande importância para a pauta exportadora brasileira, como café e suco de laranja, reduzindo parte do impacto econômico esperado sobre determinados setores.

Especialistas avaliam, entretanto, que segmentos industriais como madeira, máquinas, calçados, vestuário e outros produtos manufaturados poderão enfrentar maiores dificuldades para competir no mercado norte-americano caso as tarifas permaneçam em vigor por um período prolongado.

Exportadores acompanham cenário com atenção

Empresas brasileiras que dependem das vendas aos Estados Unidos acompanham as negociações com cautela. Representantes do setor produtivo defendem uma solução diplomática que preserve a competitividade das exportações e evite impactos sobre investimentos, empregos e cadeias produtivas.

Economistas destacam que a imposição de barreiras comerciais pode elevar custos para empresas e consumidores, além de gerar incertezas para investidores em um momento de desaceleração do comércio internacional.

Próximos passos

As próximas semanas serão decisivas para definir os rumos da disputa comercial. O governo brasileiro continuará dialogando com autoridades norte-americanas enquanto prepara eventuais medidas jurídicas e comerciais para defender seus interesses.

O desfecho das negociações poderá influenciar não apenas o fluxo de exportações entre Brasil e Estados Unidos, mas também o ambiente de negócios na América Latina, já que ambos os países mantêm uma das maiores relações comerciais do continente.

Saúde

São Paulo reforça vacinação após registrar novos casos de sarampo em 2026

O estado de São Paulo voltou a intensificar as ações de prevenção contra o sarampo após confirmar 13 casos da doença em 2026. Diante do cenário, as autoridades de saúde reforçam a importância da vacinação e mantêm a recomendação da chamada dose zero da vacina tríplice viral para bebês que vivem em áreas consideradas de maior risco.

A maior parte das confirmações foi registrada na capital paulista, enquanto outros casos ocorreram em municípios da Região Metropolitana. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, os pacientes incluem bebês com menos de um ano e adultos entre 20 e 50 anos, mostrando que o vírus pode atingir diferentes faixas etárias quando a imunização não está completa.

O que é a dose zero?

A dose zero é uma aplicação antecipada da vacina tríplice viral destinada a crianças entre 6 meses e 11 meses e 29 dias. Ela tem como objetivo oferecer uma proteção extra em momentos de maior risco de circulação do vírus, principalmente em regiões onde há registros de casos.

É importante destacar que essa dose não substitui o calendário oficial de vacinação. Após recebê-la, a criança deverá tomar normalmente a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses, conforme orientação do Programa Nacional de Imunizações.

Por que o alerta foi reforçado?

Especialistas apontam que o aumento da circulação internacional de pessoas e a redução da cobertura vacinal nos últimos anos favorecem a reintrodução do vírus. Por isso, a atualização da caderneta de vacinação é considerada a forma mais eficaz de impedir novos surtos e proteger grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas e pessoas com baixa imunidade.

Quem deve verificar a vacinação?

Além dos bebês contemplados pela dose zero em municípios específicos, crianças, adolescentes e adultos que não possuem comprovação das doses recomendadas devem procurar uma unidade de saúde para avaliar a necessidade de atualização da carteira de vacinação. A orientação também vale para profissionais da saúde, que possuem recomendações específicas de imunização.

Sintomas exigem atenção

O sarampo é uma doença altamente contagiosa e costuma provocar febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas vermelhas que se espalham pelo corpo. Em alguns casos, principalmente entre crianças pequenas, podem surgir complicações como pneumonia e inflamações neurológicas, tornando o diagnóstico precoce e a vacinação ainda mais importantes.

Vacinação continua sendo a principal proteção

As autoridades de saúde reforçam que manter a vacinação em dia continua sendo a estratégia mais eficiente para evitar a transmissão do sarampo e reduzir o risco de novos casos. Quem tiver dúvidas sobre seu histórico vacinal deve procurar a unidade de saúde mais próxima para receber orientação e, quando necessário, atualizar a imunização.

Desporto

Inter Miami anuncia Casemiro, mas transferência entra na mira da MLS

O Inter Miami oficializou nesta semana a contratação do volante Casemiro, um dos jogadores brasileiros mais vitoriosos da última década. O experiente meio-campista chega ao clube norte-americano após encerrar sua passagem pelo futebol inglês e reforça um elenco que já conta com estrelas como Lionel Messi e Luis Suárez.

No entanto, o anúncio da contratação foi acompanhado por uma investigação aberta pela Major League Soccer (MLS). A liga pretende apurar se o Inter Miami respeitou todas as regras do processo de negociação previstas pelo regulamento da competição.

O principal ponto da análise envolve os chamados “Discovery Rights”, mecanismo utilizado pela MLS para definir qual clube possui prioridade para negociar com atletas que ainda não fazem parte da liga. Antes da chegada de Casemiro, esses direitos pertenciam ao LA Galaxy.

Para concluir a operação, o Inter Miami chegou a um acordo financeiro com o LA Galaxy, que receberá uma compensação pela transferência desses direitos. O valor oficial da negociação ainda não foi divulgado, já que a MLS informou que os detalhes serão revelados somente após o encerramento da investigação.

A liga também busca esclarecer se houve qualquer contato entre representantes do Inter Miami e Casemiro antes da aquisição formal desses direitos, situação que, caso seja confirmada, poderá ser considerada uma infração ao regulamento da MLS.

Apesar da apuração em andamento, a transferência permanece válida. Casemiro já foi anunciado pelo clube da Flórida e poderá integrar o elenco normalmente, enquanto a liga reúne documentos e informações para concluir a análise do caso.

A chegada do volante representa mais um movimento ambicioso do Inter Miami no mercado internacional. Aos 34 anos, Casemiro acumula uma carreira marcada por títulos importantes, incluindo conquistas da Liga dos Campeões da UEFA, campeonatos nacionais e uma longa trajetória defendendo a Seleção Brasileira.

Nos bastidores, dirigentes do clube demonstraram confiança de que todas as etapas da negociação seguiram os procedimentos exigidos pela MLS. Já o LA Galaxy, que detinha a prioridade de negociação, aceitou a compensação prevista pelas regras da liga, mas o caso continua sendo avaliado para verificar se não houve qualquer tipo de contato antecipado entre as partes.

Agora, a expectativa é pela conclusão da investigação. Caso a MLS entenda que todas as normas foram respeitadas, a contratação será mantida sem consequências adicionais. Em contrapartida, se forem identificadas irregularidades, o Inter Miami poderá sofrer sanções administrativas ou financeiras previstas pelo regulamento da competição.