Noticias

Forte terremoto atinge o sul do Japão, deixa feridos e provoca operação de resgate em larga escala

Tremor de magnitude 7,1 atinge Kumamoto, causa danos estruturais e mobiliza autoridades japonesas

Um forte terremoto atingiu a região de Kumamoto, na ilha de Kyushu, no sul do Japão, nesta terça-feira (28), provocando danos significativos em prédios, estradas e sistemas de transporte. O tremor, inicialmente registrado com magnitude 7,1, desencadeou uma ampla operação de emergência e levou milhares de moradores a buscar abrigo em áreas seguras.

As autoridades japonesas confirmaram dezenas de feridos e relataram o colapso parcial de estruturas em diferentes localidades. Equipes de resgate foram mobilizadas imediatamente para atender ocorrências e procurar possíveis vítimas presas sob escombros.

Centro comercial sofre colapso parcial

Um dos incidentes mais graves ocorreu em um grande centro comercial na cidade de Kashima, onde parte da estrutura desabou após o terremoto. Relatos iniciais indicam que trabalhadores e clientes precisaram ser evacuados às pressas, enquanto equipes de emergência iniciaram buscas por desaparecidos.

Imagens divulgadas pela imprensa local mostraram danos extensos na área afetada, com destroços espalhados e intensa movimentação de bombeiros, ambulâncias e equipes de salvamento. Autoridades seguem avaliando o número exato de vítimas e desaparecidos.

Alerta de tsunami foi emitido e depois cancelado

Após o terremoto, a Agência Meteorológica do Japão emitiu um alerta preventivo para possíveis ondas de tsunami em partes da costa sul do país. No entanto, após análises posteriores, o aviso foi retirado e nenhuma ameaça significativa foi registrada.

Apesar do cancelamento do alerta, as autoridades continuam monitorando a situação devido ao risco de réplicas que podem atingir a região nas próximas horas ou dias.

Infraestrutura sofre impactos em várias cidades

O terremoto provocou interrupções em serviços essenciais. Milhares de residências ficaram sem energia elétrica, enquanto linhas ferroviárias de alta velocidade e aeroportos da região tiveram operações suspensas temporariamente.

Também foram registrados danos em rodovias, pontes e edifícios públicos. Empresas industriais interromperam atividades para inspeções de segurança, e autoridades locais iniciaram avaliações estruturais em áreas consideradas de maior risco.

Castelo histórico de Kumamoto é atingido

Entre os patrimônios afetados está o famoso Castelo de Kumamoto, um dos monumentos históricos mais importantes do Japão. Partes das muralhas sofreram danos durante o tremor, reacendendo preocupações sobre a preservação da estrutura, que já havia sido impactada por grandes terremotos anteriores.

Especialistas alertam que novas réplicas podem agravar os danos e dificultar os trabalhos de restauração em andamento.

Governo japonês intensifica resposta de emergência

A primeira-ministra Sanae Takaichi informou que forças de defesa, bombeiros e equipes médicas foram enviadas para as áreas mais atingidas. Centros de evacuação foram abertos para receber moradores deslocados, enquanto autoridades trabalham para restabelecer serviços básicos e garantir assistência às vítimas.

O governo também reforçou os alertas para que a população permaneça atenta a possíveis novos tremores e siga orientações oficiais de segurança.

Japão volta a enfrentar lembranças de tragédias sísmicas

O desastre traz à memória os terremotos devastadores que atingiram Kumamoto em 2016, deixando centenas de vítimas e causando destruição em larga escala. A região continua sendo uma das áreas de maior atividade sísmica do país, que está localizado no chamado Círculo de Fogo do Pacífico.

Enquanto as operações de busca e resgate continuam, autoridades japonesas seguem monitorando a situação e atualizando os números de feridos, desaparecidos e danos materiais causados pelo forte terremoto que abalou o sul do Japão.

Desporto

Renovação de Memphis Depay gera tensão política no Corinthians e se torna prioridade para evitar novos problemas

Corinthians acelera negociações para renovar com Memphis Depay em meio a pressão financeira e desafios nos bastidores

O Corinthians vive dias decisivos nos bastidores. A diretoria trabalha intensamente para concluir a renovação contratual de Memphis Depay, principal estrela internacional do elenco, enquanto enfrenta desafios financeiros, preocupações relacionadas a transfer bans e um crescente desgaste político interno.

As conversas entre o clube paulista e os representantes do atacante holandês avançaram nas últimas semanas, mas detalhes financeiros e a duração do novo vínculo continuam sendo pontos centrais da negociação. A permanência de Memphis é considerada estratégica tanto para o projeto esportivo quanto para a estabilidade institucional do Timão.

Renovação é tratada como prioridade máxima

A diretoria corintiana entende que a continuidade de Memphis Depay representa muito mais do que a manutenção de um jogador de destaque. Desde sua chegada, o camisa 10 se transformou em uma das principais referências técnicas e comerciais do clube, aumentando a visibilidade internacional da marca Corinthians.

Nos bastidores, dirigentes acreditam que um acordo de longo prazo pode ajudar a reorganizar compromissos financeiros existentes, diluindo valores e proporcionando maior previsibilidade ao planejamento do futebol para as próximas temporadas.

O atacante demonstrou interesse em permanecer no Brasil e, segundo informações divulgadas pela imprensa esportiva, já houve flexibilização de algumas exigências financeiras durante as negociações. Ainda assim, as partes seguem discutindo a estrutura final do contrato.

Transfer ban aumenta urgência do acordo

Outro fator que acelera as tratativas é o cenário envolvendo possíveis restrições da FIFA relacionadas a pendências financeiras do clube. Embora o Corinthians tenha conseguido avançar na resolução de alguns processos recentes, a diretoria busca evitar qualquer situação que possa comprometer o planejamento esportivo futuro.

A renovação de Memphis é vista internamente como um movimento importante para transmitir estabilidade ao mercado, patrocinadores e investidores. A manutenção do principal nome do elenco reforçaria a confiança no projeto esportivo liderado pela atual gestão.

Além disso, o clube busca demonstrar capacidade de cumprir compromissos e manter atletas de alto nível mesmo em um período de ajustes econômicos.

Impacto político nos bastidores do Timão

As negociações também provocaram reflexos significativos no ambiente político do Corinthians. Integrantes de diferentes grupos ligados ao Conselho Deliberativo acompanham de perto os desdobramentos da renovação.

O tema ganhou relevância porque envolve decisões financeiras de grande impacto e pode influenciar diretamente a avaliação da gestão atual. Enquanto parte dos dirigentes considera fundamental realizar esforços para manter o jogador, outros setores defendem cautela diante dos custos envolvidos.

A discussão ampliou divergências entre grupos políticos e aumentou a pressão sobre os responsáveis pela condução das negociações. O desfecho do caso pode fortalecer ou enfraquecer posições dentro da estrutura administrativa do clube.

Memphis segue como peça-chave do projeto esportivo

Dentro de campo, Memphis Depay continua sendo considerado um dos pilares do Corinthians. Sua experiência internacional, liderança e capacidade técnica fazem dele uma peça fundamental para os objetivos da equipe nas competições nacionais e continentais.

A comissão técnica avalia que a permanência do atacante pode contribuir diretamente para a evolução do elenco e para a manutenção da competitividade do clube em alto nível.

Por isso, existe um esforço conjunto entre diretoria, departamento financeiro e representantes do atleta para alcançar um entendimento que satisfaça todas as partes.

Expectativa por definição nos próximos dias

A tendência é que as negociações entrem em sua fase final nos próximos dias. O Corinthians trabalha para anunciar uma solução rapidamente, encerrando um dos assuntos mais importantes do futebol brasileiro neste momento.

Caso a renovação seja confirmada, o clube dará um passo importante para consolidar seu planejamento esportivo e reduzir incertezas relacionadas ao futuro do elenco. Por outro lado, qualquer impasse poderá gerar novos debates políticos e aumentar a pressão sobre a administração alvinegra.

Enquanto a torcida aguarda uma definição oficial, Memphis Depay segue no centro das atenções e protagoniza uma das negociações mais relevantes do mercado brasileiro em 2026.

Noticias

Zelensky se reúne com Trump na Casa Branca em meio a guerras na Ucrânia e no Irã

Presidente da Ucrânia viaja a Washington para discutir defesa e apoio dos Estados Unidos; encontro ocorre antes do funeral do senador Lindsey Graham

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, chegou a Washington nesta terça-feira (28) para uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um momento de forte tensão internacional envolvendo as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.

O encontro na Casa Branca ocorre antes das cerimônias fúnebres do senador americano Lindsey Graham, que morreu aos 71 anos e será homenageado nesta terça-feira em Washington. Zelensky e Trump estão entre as autoridades que participarão das cerimônias.

A reunião entre os dois presidentes é a segunda em julho e acontece enquanto Kiev busca ampliar a cooperação militar com Washington, especialmente na área de defesa aérea, diante da continuidade dos ataques russos contra cidades e infraestrutura ucranianas.

O que Zelensky vai discutir com Trump?

A principal prioridade da delegação ucraniana é fortalecer a capacidade de defesa do país contra ataques russos.

Entre os temas de interesse de Kiev está a obtenção de mais sistemas de defesa aérea, incluindo equipamentos capazes de interceptar mísseis balísticos. Zelensky também busca manter o apoio político e militar dos Estados Unidos enquanto a guerra contra a Rússia continua.

O presidente ucraniano tem ressaltado que a defesa aérea é essencial para proteger cidades e instalações estratégicas do país.

Em reunião realizada anteriormente com Trump, Zelensky também discutiu a possibilidade de ampliar a capacidade ucraniana de produção de sistemas Patriot. O governo ucraniano afirma que a cooperação com os Estados Unidos continua sendo fundamental para proteger sua população.

Encontro acontece após aproximação entre Trump e Zelensky

A reunião desta terça-feira ocorre em um cenário diferente daquele observado em momentos anteriores da relação entre os dois líderes.

Trump e Zelensky já tiveram encontros marcados por divergências públicas sobre a guerra e sobre a estratégia para alcançar um acordo de paz. Nas últimas semanas, entretanto, os dois governos voltaram a manter contatos frequentes.

Em 8 de julho, Trump e Zelensky participaram de uma reunião bilateral durante a cúpula da Otan em Ancara, na Turquia. Segundo o governo ucraniano, as conversas trataram de defesa aérea, situação no campo de batalha e caminhos para aproximar as negociações de paz.

Dias depois, em 22 de julho, Zelensky conversou com os enviados especiais de Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, sobre a retomada dos esforços diplomáticos para aproximar o fim da guerra.

Rússia e Ucrânia continuam no centro da agenda

A guerra entre Rússia e Ucrânia deve ser um dos principais assuntos da conversa na Casa Branca.

Kiev continua pressionando Washington por mais apoio militar enquanto as forças russas mantêm ataques contra território ucraniano. Para Zelensky, o fortalecimento da defesa aérea é uma das medidas mais urgentes para reduzir o impacto dos ataques.

O presidente ucraniano também tenta preservar o envolvimento direto dos Estados Unidos nas negociações diplomáticas.

A expectativa é que Trump e Zelensky discutam tanto a situação militar quanto possíveis caminhos para um acordo que possa colocar fim ao conflito.

O governo ucraniano afirma que está disposto a avançar em direção à paz, mas defende que qualquer acordo precisa garantir a segurança e a soberania do país.

Irã também entra no cenário da reunião

O encontro ocorre ainda em meio à guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, acrescentando uma nova dimensão à conversa entre Trump e Zelensky.

A Ucrânia tem acompanhado de perto o conflito no Oriente Médio porque os acontecimentos envolvendo o Irã podem afetar a disponibilidade de equipamentos de defesa aérea, recursos militares e a atenção estratégica dos Estados Unidos.

Zelensky também acusou recentemente a Rússia de ajudar o Irã por meio de informações de inteligência e imagens de satélite relacionadas a instalações militares americanas no Oriente Médio.

Trump afirmou que pretende questionar o presidente russo, Vladimir Putin, sobre essas alegações. Ao mesmo tempo, o presidente americano minimizou o impacto que uma eventual ajuda russa teria tido sobre as operações militares dos Estados Unidos contra o Irã.

Zelensky quer evitar desvio de atenção para o Oriente Médio

A guerra no Irã representa uma preocupação adicional para o governo ucraniano.

Desde o início do conflito no Oriente Médio, existe preocupação em Kiev de que a atenção política e militar de Washington seja desviada da guerra contra a Rússia.

A Ucrânia depende de sistemas ocidentais de defesa aérea para proteger grandes cidades e infraestrutura crítica. Por isso, qualquer redução no fornecimento ou na disponibilidade de equipamentos pode aumentar a pressão sobre as forças ucranianas.

A reunião com Trump oferece a Zelensky uma oportunidade para reforçar que a guerra na Ucrânia continua sendo uma prioridade estratégica para os Estados Unidos.

Funeral de Lindsey Graham aproxima líderes

A presença de Zelensky em Washington também está relacionada ao funeral do senador Lindsey Graham, um dos principais defensores do apoio americano à Ucrânia no Congresso.

Graham morreu no início de julho, após uma longa carreira política marcada por forte atuação em assuntos de política externa e segurança nacional.

Poucos dias antes de sua morte, o senador havia viajado a Kyiv, onde se encontrou com Zelensky em 10 de julho. Durante a reunião, os dois discutiram a guerra, novas sanções contra a Rússia e a necessidade de ampliar a defesa aérea ucraniana.

O funeral de Graham terá uma cerimônia no Capitólio e, posteriormente, um serviço na Washington National Cathedral. Trump está programado para prestar uma homenagem durante a cerimônia.

Graham defendia novas sanções contra a Rússia

Um dos principais legados políticos de Graham para a guerra na Ucrânia foi sua defesa de medidas mais duras contra a Rússia.

Pouco antes de sua morte, Graham e outros senadores haviam anunciado um acordo com o governo Trump sobre uma legislação destinada a pressionar países que compram petróleo e gás russos.

A proposta busca aumentar a pressão econômica sobre Moscou e seus parceiros comerciais.

A questão das sanções pode voltar ao centro da agenda durante a visita de Zelensky a Washington, especialmente porque o presidente ucraniano considera a pressão econômica contra a Rússia uma ferramenta importante para obrigar o Kremlin a negociar.

Zelensky também se reúne com senadores americanos

Além do encontro com Trump, Zelensky deve manter contatos com parlamentares americanos durante a visita a Washington.

O Congresso dos Estados Unidos tem papel importante na definição de novas sanções contra a Rússia e na aprovação de medidas relacionadas ao apoio à Ucrânia.

A aproximação com senadores também permite ao presidente ucraniano reforçar o apoio bipartidário à continuidade da assistência a Kiev.

A visita ocorre justamente no contexto do funeral de Graham, que era uma das figuras mais conhecidas no Congresso pela defesa de uma política americana mais agressiva contra Moscou.

Relação entre Trump e Zelensky passa por novo teste

A reunião desta terça-feira será observada de perto porque representa mais um teste para a relação entre Trump e Zelensky.

O presidente americano já afirmou diversas vezes que deseja encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia e pressionar os dois lados em direção a um acordo.

Zelensky, por sua vez, busca garantir que qualquer negociação não resulte em compromissos que deixem a Ucrânia vulnerável a novos ataques russos.

A questão das garantias de segurança, da defesa aérea e da pressão sobre Moscou deve continuar sendo central nas conversas entre os dois governos.

O que pode sair da reunião entre Trump e Zelensky?

Ainda não está claro se o encontro produzirá novos acordos concretos, mas alguns temas devem dominar as conversas:

  • reforço da defesa aérea da Ucrânia;
  • fornecimento e produção de sistemas Patriot;
  • continuidade do apoio militar americano;
  • novas sanções contra a Rússia;
  • negociações para encerrar a guerra;
  • acusações de cooperação entre Rússia e Irã;
  • impactos da guerra no Oriente Médio sobre a Ucrânia;
  • futuro das relações entre Washington e Kiev.

O encontro também pode indicar até que ponto Trump pretende manter o envolvimento dos Estados Unidos na guerra da Ucrânia enquanto sua administração enfrenta simultaneamente uma crise militar no Oriente Médio.

Zelensky busca apoio em momento decisivo

A chegada de Zelensky a Washington ocorre em um dos momentos mais complexos da política externa americana.

De um lado, a guerra Rússia-Ucrânia continua sem uma solução definitiva. Do outro, o conflito envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos ampliou as preocupações sobre segurança internacional e sobre a distribuição dos recursos militares americanos.

Para Kiev, a prioridade continua sendo garantir armas, defesa aérea e apoio diplomático suficientes para resistir aos ataques russos e aumentar sua capacidade de negociação.

Para Trump, a reunião representa uma oportunidade de avaliar diretamente a posição ucraniana e discutir os próximos passos para tentar encerrar a guerra.

O encontro na Casa Branca, portanto, ocorre sob forte expectativa e pode oferecer novas pistas sobre o futuro do apoio americano à Ucrânia e sobre a estratégia de Washington diante das duas grandes crises militares que dominam a agenda internacional.

Entenda o encontro

  • Quem: Donald Trump e Volodymyr Zelensky.
  • Onde: Casa Branca, em Washington, D.C.
  • Quando: terça-feira, 28 de julho de 2026.
  • Principal tema: guerra entre Rússia e Ucrânia.
  • Prioridade de Kiev: reforço da defesa aérea.
  • Outro assunto: possíveis acusações de apoio russo ao Irã.
  • Contexto: Zelensky também participa do funeral do senador Lindsey Graham.
  • Relação com Graham: o senador visitou Zelensky em Kyiv poucos dias antes de morrer.
  • Expectativa: discutir apoio americano, sanções contra a Rússia e esforços diplomáticos para alcançar a paz.
Mundo

Terremoto de magnitude 7,1 atinge o Japão, deixa feridos e provoca desabamento de shopping

Abalo sísmico atingiu a região de Kumamoto, no sul do Japão; parte de centro comercial desabou e há relatos de pessoas presas nos escombros

Um forte terremoto de magnitude 7,1 atingiu a província de Kumamoto, na ilha de Kyushu, no sul do Japão, nesta terça-feira (28). O tremor ocorreu por volta das 16h27 no horário local, a aproximadamente 10 quilômetros de profundidade, segundo a Agência Meteorológica do Japão (JMA).

O terremoto provocou danos em edifícios, estradas e outras estruturas, além de interrupções no fornecimento de energia e no transporte. Autoridades também registraram dezenas de pessoas feridas e iniciaram operações de emergência em diferentes pontos da região.

Um dos episódios mais graves ocorreu em um shopping de grande porte na cidade de Kashima, na província de Kumamoto. Parte do segundo andar do estabelecimento desabou após o terremoto, e equipes de emergência receberam informações sobre pessoas que poderiam estar presas dentro da estrutura.

Shopping desaba após terremoto em Kumamoto

O Aeon Mall Kumamoto, localizado em Kashima, sofreu danos significativos após o forte tremor.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades locais, parte do segundo andar do centro comercial desabou. Também houve relatos de uma forte explosão e de uma grande quantidade de fumaça saindo do estabelecimento após o terremoto.

Equipes de bombeiros e policiais foram mobilizadas para verificar a situação e procurar possíveis vítimas. Imagens aéreas mostraram partes da fachada danificadas, estruturas expostas e áreas do telhado comprometidas.

Ainda não havia confirmação definitiva sobre o número de pessoas que permaneciam presas no shopping no momento das primeiras informações. Por isso, o balanço de vítimas pode mudar conforme as equipes de resgate avançam nas buscas.

Mais de 50 pessoas ficam feridas

O terremoto deixou mais de 50 pessoas feridas, segundo informações preliminares divulgadas pela Reuters. Hospitais da região receberam vítimas com diferentes tipos de ferimentos, enquanto equipes de emergência continuavam avaliando os danos.

Além do shopping, residências e outras construções também foram atingidas. Autoridades registraram colapsos estruturais, incêndios e danos em estradas e pontes.

O número de vítimas ainda pode aumentar, já que equipes de emergência continuam trabalhando em áreas afetadas pelo terremoto.

Terremoto provoca alerta de tsunami

Após o terremoto, a Agência Meteorológica do Japão emitiu um aviso de tsunami para áreas costeiras próximas às regiões de Kumamoto, Fukuoka, Saga e Nagasaki.

A previsão inicial indicava a possibilidade de ondas de até aproximadamente 1 metro em determinados pontos. O alerta, porém, foi posteriormente retirado pelas autoridades.

Apesar da suspensão do alerta, as autoridades japonesas recomendaram atenção devido à possibilidade de novos tremores e riscos secundários relacionados ao terremoto.

Abalos secundários preocupam autoridades

Depois do tremor principal, a região continuou registrando atividade sísmica. As autoridades japonesas alertaram a população para o risco de réplicas, que podem provocar novos desabamentos em estruturas já danificadas.

Também existe preocupação com deslizamentos de terra em áreas afetadas, especialmente após o comprometimento de estradas e encostas.

O governo japonês recomendou que moradores permaneçam atentos às orientações das autoridades locais e evitem áreas consideradas perigosas.

Cerca de 48 mil casas ficam sem energia

O terremoto também provocou interrupções no fornecimento de eletricidade.

Segundo informações divulgadas pela Reuters, cerca de 48 mil residências ficaram sem energia após o forte tremor. Equipes trabalhavam para restabelecer o serviço enquanto os órgãos de emergência avaliavam a extensão dos danos.

A interrupção da energia aumenta a complexidade das operações de resgate, principalmente em áreas onde edifícios foram danificados e moradores precisam de assistência.

Transporte é afetado pelo terremoto

O terremoto também provocou impactos importantes na infraestrutura de transporte do sul do Japão.

Serviços ferroviários foram interrompidos, incluindo operações de trens de alta velocidade, enquanto o Aso Kumamoto Airport teve suas atividades afetadas. Estradas e outras vias também apresentaram danos em determinados pontos da região.

A paralisação de parte do sistema de transporte dificulta o deslocamento de equipes de emergência e pode complicar a chegada de ajuda às áreas mais atingidas.

Empresas retiram funcionários de instalações na região

O terremoto também atingiu uma área importante para a indústria de tecnologia e semicondutores.

Empresas como TSMC, Sony e Fujifilm retiraram funcionários de instalações próximas como medida de segurança, enquanto eram realizadas avaliações sobre possíveis danos às estruturas.

O impacto sobre a indústria ainda estava sendo avaliado nas primeiras horas após o terremoto.

Usinas nucleares não registram problemas

Apesar da força do terremoto, autoridades informaram que não foram identificadas anormalidades nas usinas nucleares próximas à área atingida.

O monitoramento das instalações nucleares faz parte das medidas de segurança adotadas após grandes terremotos no Japão. Até as informações mais recentes, não havia indicação de problemas nas unidades monitoradas.

Terremoto acontece em região marcada por forte atividade sísmica

Kumamoto já foi atingida por grandes terremotos anteriormente. A região sofreu uma sequência devastadora de tremores em 2016, que deixou centenas de mortos e provocou danos significativos em cidades e estruturas históricas.

O novo terremoto reacendeu a memória daquele desastre, principalmente porque algumas das áreas atingidas atualmente estão próximas das regiões afetadas em 2016.

O Castelo de Kumamoto, um dos principais símbolos históricos da região, também apresentou novos danos após o tremor desta terça-feira.

Japão mantém equipes de emergência em alerta

O governo japonês mobilizou equipes para avaliar os danos e realizar operações de resgate. Bombeiros, policiais e autoridades locais trabalham na identificação de estruturas danificadas e na procura por possíveis vítimas.

A primeira-ministra Sanae Takaichi pediu que a população priorize a segurança e permaneça atenta às orientações oficiais. As autoridades também alertaram para a possibilidade de novos tremores nos próximos dias.

Magnitude pode variar conforme a agência

A magnitude divulgada inicialmente pela Agência Meteorológica do Japão foi de 7,1. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), por sua vez, posteriormente estimou o terremoto em 6,8.

Diferenças desse tipo podem ocorrer porque diferentes instituições utilizam métodos e dados próprios para calcular a magnitude de um terremoto. Para as informações iniciais no Japão, a referência utilizada pelas autoridades locais foi a medição da JMA.

Situação ainda está sendo atualizada

As equipes de emergência continuam avaliando os danos causados pelo terremoto em Kumamoto e nas áreas vizinhas.

O desabamento parcial do shopping, os relatos de pessoas presas, os danos a residências e estradas e as interrupções de energia e transporte estão entre as principais preocupações das autoridades.

Embora o alerta de tsunami tenha sido suspenso e não tenham sido identificados problemas nas usinas nucleares próximas, o Japão permanece em estado de atenção diante da possibilidade de réplicas e novos danos estruturais.

Resumo do terremoto no Japão

  • Local: província de Kumamoto, ilha de Kyushu
  • Data: terça-feira, 28 de julho de 2026
  • Magnitude: 7,1 segundo a JMA
  • Profundidade: aproximadamente 10 quilômetros
  • Impacto: danos em edifícios, estradas e pontes
  • Shopping: parte do Aeon Mall Kumamoto desabou
  • Vítimas: mais de 50 feridos nas informações preliminares
  • Energia: cerca de 48 mil residências afetadas
  • Tsunami: alerta emitido e posteriormente suspenso
  • Risco adicional: possibilidade de réplicas e deslizamentos
  • Usinas nucleares: sem anormalidades registradas até as informações mais recentes
Noticias

Fundação Cacique Cobra Coral suspende ajuda climática à Argentina após críticas de Milei

Entidade afirma que interrompeu a parceria mantida com a Argentina desde a Guerra das Malvinas e diz que retomada depende de pedido de desculpas de Javier Milei

A Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC) anunciou a suspensão da chamada “assistência climática” que, segundo a própria entidade, era oferecida à Argentina desde a Guerra das Malvinas, em 1982. A decisão foi atribuída às recentes declarações do presidente argentino, Javier Milei, contra o Brasil e o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em comunicado divulgado nesta semana, a fundação afirmou que a Argentina ficará “por sua conta e risco” enquanto a assistência estiver suspensa. Segundo a entidade, a retomada da parceria dependeria de um pedido formal de desculpas ao Brasil pelas declarações de Milei.

A decisão ocorre em meio a uma nova escalada da tensão política entre Brasil e Argentina. Durante uma passagem por São Paulo, Milei fez críticas contundentes ao presidente Lula e ao governo brasileiro. O episódio levou o governo do Brasil a convocar seu embaixador em Buenos Aires para consultas, em uma nova demonstração do desgaste diplomático entre os dois países.

Por que a Fundação Cacique Cobra Coral suspendeu a ajuda à Argentina?

De acordo com a Fundação Cacique Cobra Coral, a suspensão foi uma resposta direta às declarações recentes de Javier Milei contra o Brasil.

A instituição afirma manter uma atuação voltada para supostas intervenções nas condições atmosféricas e diz ter prestado assistência a diferentes governos e instituições ao longo de décadas. No caso argentino, a fundação afirma que a parceria começou durante a Guerra das Malvinas.

A entidade não apresentou, porém, evidências científicas que demonstrem que suas atividades sejam capazes de controlar ou modificar o clima.

A decisão de interromper a assistência ganhou repercussão justamente por ocorrer em um momento de atenção às condições climáticas da América do Sul e ao desenvolvimento do El Niño.

Argentina ficará “por sua conta e risco”, afirma entidade

A Fundação Cacique Cobra Coral afirmou que a Argentina ficará “por sua conta e risco” enquanto o atendimento estiver suspenso.

A entidade também vinculou a decisão ao período de atuação do El Niño, fenômeno climático que pode alterar padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões.

O comunicado chamou atenção pela forma como misturou a disputa diplomática entre Brasil e Argentina com uma suposta atuação climática da fundação.

É importante, entretanto, separar a declaração da instituição do conhecimento científico estabelecido sobre o clima.

O que a ciência diz sobre o El Niño?

O El Niño é um fenômeno climático real e amplamente estudado, relacionado ao aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial e às consequentes mudanças na circulação atmosférica.

No Brasil, órgãos como INMET, INPE e CEMADEN monitoram o fenômeno e seus possíveis impactos.

O primeiro boletim oficial do Painel El Niño 2026-2027 confirmou a configuração do fenômeno e apontou alta probabilidade de sua permanência até pelo menos o início de 2027. Os modelos também indicaram possibilidade de um episódio muito forte durante a primavera e o verão de 2026.

Segundo o INMET, o El Niño tende a favorecer chuvas mais frequentes e volumosas no Sul do Brasil, enquanto pode contribuir para redução das precipitações em áreas do Norte e Nordeste.

Fundação afirma atuar sobre condições atmosféricas

A Fundação Cacique Cobra Coral afirma que foi criada para “intervir nos desequilíbrios provocados pelo homem na natureza”. A instituição está ligada à médium Adelaide Scritori, que afirma incorporar o espírito denominado Cacique Cobra Coral.

A fundação mantém em seus próprios canais relatos de supostas intervenções climáticas no Brasil e no exterior.

Em outras ocasiões, a instituição também afirmou ter prestado assistência climática a outros países. Em 2025, por exemplo, anunciou a suspensão de uma suposta assistência aos Estados Unidos após a política tarifária do governo de Donald Trump.

Essas alegações, no entanto, não devem ser confundidas com previsões meteorológicas ou mecanismos climáticos reconhecidos pela ciência.

Crise entre Brasil e Argentina aumenta após declarações de Milei

O anúncio da fundação acontece em um cenário de deterioração das relações entre os governos brasileiro e argentino.

Milei esteve em São Paulo para participar de um evento político e apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro. Na ocasião, o presidente argentino voltou a fazer críticas ao governo Lula e às instituições brasileiras.

A crise ganhou dimensão diplomática depois que o governo brasileiro decidiu convocar seu embaixador em Buenos Aires para consultas.

A medida demonstra que a relação entre os dois países atravessa um dos momentos mais delicados desde a chegada de Milei à Presidência da Argentina.

Lula minimizou críticas feitas pelo presidente argentino

As declarações de Milei também provocaram reação no Brasil.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva minimizou inicialmente as críticas feitas pelo argentino e questionou a relevância das declarações durante conversa com jornalistas.

Ao mesmo tempo, integrantes do governo brasileiro criticaram publicamente o comportamento do presidente argentino.

A tensão política entre os dois governos já vinha se acumulando desde o início do mandato de Milei, que mantém posições ideológicas bastante diferentes das adotadas pelo governo Lula.

El Niño já influencia o clima na América do Sul

Independentemente da decisão anunciada pela Fundação Cacique Cobra Coral, o El Niño já é acompanhado pelas autoridades meteorológicas.

O INMET informou em julho que o fenômeno começou a influenciar os padrões de chuva na Região Sul do Brasil. O órgão destacou que o aquecimento das águas do Pacífico altera a circulação atmosférica e pode aumentar a frequência e o volume das precipitações no Sul.

O CEMADEN também alertou para possíveis impactos do fenômeno em diferentes regiões brasileiras, incluindo maior risco de chuvas extremas, deslizamentos e enchentes no Sul e condições de seca e incêndios em áreas do Norte e Nordeste.

Na Argentina, os efeitos do El Niño também são acompanhados por centros meteorológicos e instituições científicas, que utilizam modelos climáticos e observações atmosféricas e oceânicas.

A Fundação Cacique Cobra Coral realmente controla o clima?

Não há evidência científica estabelecida de que a Fundação Cacique Cobra Coral ou uma entidade espiritual consiga controlar o clima de um país ou alterar fenômenos meteorológicos de grande escala.

A própria fundação apresenta sua atuação como uma combinação de espiritualidade e supostos conhecimentos científicos. Em publicações anteriores, a instituição afirmou que suas operações envolveriam mudanças nas condições atmosféricas.

A meteorologia moderna, por outro lado, explica fenômenos como o El Niño por meio da interação entre oceanos, atmosfera, circulação de ventos e temperatura da superfície do mar.

Por isso, a expressão “assistência climática” deve ser entendida, neste caso, como a forma utilizada pela própria Fundação Cacique Cobra Coral para descrever seu trabalho, e não como um serviço meteorológico reconhecido cientificamente.

Suspensão ocorre em meio a cenário climático importante

A decisão da fundação acontece justamente quando o El Niño 2026-2027 começa a ganhar força.

Segundo o Painel El Niño coordenado por instituições oficiais brasileiras, existe alta probabilidade de permanência do fenômeno até pelo menos o início de 2027. A previsão também aponta possíveis impactos regionais sobre chuvas, temperaturas, agricultura, recursos hídricos e risco de incêndios.

Isso aumenta o interesse sobre qualquer declaração relacionada ao clima na América do Sul, mas não significa que a suspensão anunciada pela fundação tenha capacidade de modificar a evolução do El Niño.

O que pode acontecer agora?

Segundo a Fundação Cacique Cobra Coral, a assistência à Argentina permanecerá suspensa até que haja um pedido formal de desculpas ao Brasil.

Enquanto isso, o acompanhamento das condições climáticas continuará sendo realizado por instituições meteorológicas e científicas responsáveis pelo monitoramento do El Niño e de seus possíveis efeitos.

O episódio, portanto, une dois assuntos distintos que ganharam destaque simultaneamente: a crise diplomática entre Javier Milei e o governo Lula e a atuação alegada pela Fundação Cacique Cobra Coral no campo climático.

A suspensão anunciada pela entidade tem forte componente político e simbólico, mas as condições meteorológicas da Argentina continuarão sendo determinadas por fenômenos atmosféricos e oceânicos naturais, independentemente da decisão da fundação.

Entenda em resumo

  • A Fundação Cacique Cobra Coral anunciou a suspensão da chamada “assistência climática” à Argentina.
  • A entidade afirma que a parceria com o país existe desde a Guerra das Malvinas, em 1982.
  • A decisão foi atribuída às recentes críticas de Javier Milei ao Brasil e ao presidente Lula.
  • A fundação condicionou a retomada da assistência a um pedido formal de desculpas.
  • A instituição afirma atuar sobre condições atmosféricas, mas essa capacidade não é reconhecida pela ciência.
  • O El Niño 2026-2027 já está sendo monitorado por órgãos meteorológicos oficiais.
  • O fenômeno pode alterar os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões da América do Sul.
Desporto

Grêmio anuncia Filip Krovinović e chega a 12 estrangeiros no elenco

Meia croata de 30 anos assinou contrato com o Tricolor até o fim de 2028 e chega para reforçar uma posição buscada pelo clube desde o início do ano

O Grêmio anunciou nesta segunda-feira (27) a contratação do meia croata Filip Krovinović, de 30 anos. O jogador chega ao clube gaúcho após defender o Hajduk Split, da Croácia, e assinou contrato válido até o final de 2028.

Destro e com características ofensivas, Krovinović chega para ocupar uma posição que o Grêmio buscava reforçar desde o início da temporada. O jogador também tem um ponto de ligação com o atual treinador tricolor: ele trabalhou com Luís Castro durante a passagem pelo Rio Ave, de Portugal, entre 2016 e 2017.

A chegada do croata, porém, também cria uma situação particular no elenco gremista. Com o novo reforço, o Grêmio passa a ter 12 jogadores estrangeiros de oito nacionalidades diferentes. No Campeonato Brasileiro, entretanto, somente nove atletas estrangeiros podem ser relacionados por partida.

Quem é Filip Krovinović, novo reforço do Grêmio?

Nascido em Zagreb, na Croácia, em 29 de agosto de 1995, Filip Krovinović iniciou sua trajetória profissional no NK Zagreb.

Em 2015, o meio-campista se transferiu para o Rio Ave, de Portugal, onde ganhou destaque e chamou a atenção do Benfica. Em 2017, foi contratado pelo clube português.

A passagem pelo Benfica não teve tantas oportunidades na equipe principal, e o jogador acabou sendo emprestado ao futebol inglês. Krovinović defendeu o West Bromwich Albion e participou da campanha que levou o clube de volta à Premier League na temporada 2019/20.

No início de 2021, também por empréstimo, passou pelo Nottingham Forest. Poucos meses depois, deixou definitivamente o Benfica e retornou ao futebol croata para jogar no Hajduk Split.

Krovinović volta a trabalhar com Luís Castro

Um dos fatores que chamam atenção na contratação é a relação anterior entre o jogador e o técnico Luís Castro.

Krovinović trabalhou com o treinador português no Rio Ave, entre 2016 e 2017. Quase uma década depois, os dois voltam a se encontrar, agora no futebol brasileiro e defendendo o Grêmio.

A familiaridade pode facilitar a adaptação do meia ao modelo de jogo do treinador, especialmente porque Krovinović já conhece a metodologia de trabalho de Luís Castro.

Meia chega para uma posição procurada pelo Grêmio

A contratação também atende a uma necessidade identificada pelo clube ao longo da temporada.

Segundo o anúncio, Krovinović atua como meia ofensivo e é destro. A posição vinha sendo procurada pelo Grêmio desde o início do ano, e o croata passa a ser mais uma opção para o setor de criação.

Além da experiência no futebol croata, o jogador acumula passagens por Portugal e Inglaterra, incluindo experiências na Premier League e no Championship.

Quais títulos Filip Krovinović conquistou?

Durante a carreira, Krovinović conquistou títulos em diferentes países.

Pelo Benfica, participou da campanha que terminou com o título do Campeonato Português na temporada 2018/19.

Já pelo Hajduk Split, o meia conquistou a Copa da Croácia nas temporadas 2021/22 e 2022/23.

O jogador também passou pelas categorias de base da seleção da Croácia, defendendo as equipes Sub-19 e Sub-21.

Grêmio agora tem 12 estrangeiros no elenco

A chegada de Krovinović aumenta significativamente a presença estrangeira no elenco do Grêmio.

De acordo com o levantamento da GZH, o Tricolor passou a contar com 12 jogadores de outras nacionalidades, distribuídos por oito países. A lista inclui três argentinos, dois colombianos, dois paraguaios e jogadores do Peru, Gana, Dinamarca, Cabo Verde e Croácia.

Veja como está a divisão:

  • Argentina: Leo Pérez, Juan Nardoni e Cristian Pavón
  • Colômbia: Jaminton Campaz? — não incluído na lista atual da fonte; Monsalve e José Enamorado
  • Paraguai: Balbuena e Villasanti
  • Peru: Erick Noriega
  • Gana: Amuzu
  • Dinamarca: Martin Braithwaite
  • Cabo Verde: Jovane Cabral
  • Croácia: Filip Krovinović

A lista atualizada pela GZH contabiliza os 12 estrangeiros mencionados no elenco.

Qual é o limite de estrangeiros no Brasileirão?

A quantidade de jogadores estrangeiros que um clube pode ter em seu elenco não é limitada. O problema aparece na hora de montar a relação para determinadas competições.

No Campeonato Brasileiro, o limite é de nove jogadores estrangeiros relacionados na súmula por partida. Assim, com 12 estrangeiros no grupo, o Grêmio terá de deixar pelo menos três atletas de outras nacionalidades fora da relação em cada rodada do Brasileirão.

A situação é diferente na Copa Sul-Americana, competição em que não existe esse limite de estrangeiros relacionados por partida.

Já na Copa do Brasil, a regra é a mesma do Brasileirão, segundo o levantamento publicado pela GZH.

Grêmio terá de administrar os estrangeiros

O aumento no número de estrangeiros dá a Luís Castro mais alternativas para montar o time, mas também cria uma dificuldade de gestão.

Na partida mais recente contra o Fluminense, o treinador português relacionou oito estrangeiros, e todos entraram em campo. Pavón, Noriega, Villasanti, Nardoni e Amuzu começaram como titulares, enquanto Braithwaite, Enamorado e Jovane Cabral entraram durante o segundo tempo.

Com a chegada de Krovinović, o número disponível aumenta para 12.

Atletas como Balbuena e Monsalve vinham recebendo menos oportunidades, enquanto Leo Pérez não foi relacionado contra o Fluminense por estar suspenso. O argentino Walter Kannemann não entra na contagem, pois se naturalizou brasileiro.

Grêmio disputa três competições

A necessidade de um elenco amplo também pesa na administração dos estrangeiros.

O Grêmio segue envolvido em três competições. Na quinta-feira (30), o Tricolor terá um compromisso decisivo contra o Bolívar pela Copa Sul-Americana. Na competição continental, não há limite de estrangeiros relacionados.

Depois, o time gaúcho terá dois confrontos contra o Mirassol pela Copa do Brasil, torneio em que o limite de estrangeiros é o mesmo adotado no Campeonato Brasileiro.

Isso significa que Luís Castro poderá utilizar todos os estrangeiros disponíveis na Sul-Americana, mas precisará administrar as opções nas competições nacionais.

O que Krovinović pode acrescentar ao Grêmio?

A contratação representa uma aposta em um jogador com experiência internacional e conhecimento prévio do estilo de trabalho de Luís Castro.

Aos 30 anos, Krovinović chega com passagens por clubes de Portugal, Inglaterra e Croácia. Além disso, conquistou títulos nacionais e copas ao longo da carreira.

No Grêmio, a expectativa é que o croata possa contribuir principalmente na criação de jogadas e oferecer uma alternativa para o setor ofensivo do meio-campo.

O vínculo até o fim de 2028 também mostra que a contratação foi pensada para além do curto prazo.

Grêmio aposta em reforço europeu para sequência da temporada

A contratação de Filip Krovinović amplia o leque de opções do Grêmio para a reta decisiva da temporada.

O meia croata chega com experiência acumulada no futebol europeu e uma conexão prévia com o treinador Luís Castro. Ao mesmo tempo, sua chegada aumenta para 12 o número de estrangeiros no elenco e obriga o clube a administrar cuidadosamente as relações nas competições nacionais.

Com Sul-Americana, Copa do Brasil e Brasileirão no calendário, o desafio será aproveitar a profundidade do elenco sem ultrapassar os limites estabelecidos pelas competições.

Krovinović agora inicia uma nova etapa da carreira no futebol brasileiro, com contrato com o Grêmio até dezembro de 2028.

Mundo

NASA revela novo modelo 3D da Terra baseado em 1 bilhão de observações de satélites

Representação mostra o geoide terrestre e revela como a distribuição desigual de massa altera o campo gravitacional do planeta

Uma nova representação tridimensional da Terra divulgada pela NASA está chamando a atenção pela aparência incomum. Em vez da conhecida esfera azul observada em imagens espaciais, o modelo apresenta uma superfície irregular, com grandes elevações e depressões.

Apesar do aspecto surpreendente, a imagem não mostra a Terra deformada fisicamente. O que aparece na visualização é o geoide, um modelo científico utilizado para representar o campo gravitacional terrestre.

A representação foi produzida a partir do modelo global de gravidade GOCO06s, elaborado com mais de 1 bilhão de observações coletadas durante 15 anos por 19 satélites. Entre as missões utilizadas estão o GRACE, da NASA, e o GOCE, da Agência Espacial Europeia (ESA).

O que é o geoide da Terra?

O geoide pode ser entendido como uma superfície que representa aproximadamente o nível médio que os oceanos assumiriam sob a influência da gravidade terrestre, desconsiderando efeitos como marés, ventos e correntes.

Na prática, ele funciona como uma referência fundamental para compreender a forma do campo gravitacional do planeta.

A Terra não possui uma distribuição perfeitamente uniforme de massa. Montanhas, oceanos, rochas com diferentes densidades e estruturas existentes no interior do planeta provocam pequenas variações na intensidade da gravidade de uma região para outra.

Essas diferenças fazem com que o geoide apresente uma forma irregular.

Por que a nova imagem da NASA parece tão deformada?

A aparência da representação pode levar à impressão de que a Terra tem enormes protuberâncias e buracos. Porém, essa interpretação estaria errada.

A NASA explica que as diferenças de altura do geoide foram exageradas em 10 mil vezes na visualização para que as variações do campo gravitacional possam ser percebidas visualmente.

Sem esse recurso, as diferenças seriam muito pequenas para serem identificadas em uma representação convencional.

No modelo, as alturas do geoide variam aproximadamente de +85 metros na região da Islândia a -106 metros no sul da Índia. Esses valores são posteriormente amplificados na representação gráfica para produzir o efeito visual observado.

Mais de 1 bilhão de medições ajudaram a criar o modelo

A precisão do novo modelo está relacionada à enorme quantidade de dados reunidos ao longo de anos.

Segundo a NASA, o GOCO06s utiliza mais de 1 bilhão de observações obtidas ao longo de 15 anos por 19 satélites. O conjunto de informações permite construir uma representação global cada vez mais detalhada do campo gravitacional da Terra.

Entre os dados utilizados estão observações de missões especializadas em estudar a gravidade terrestre.

O satélite GRACE, por exemplo, foi desenvolvido para observar variações no campo gravitacional e mudanças na distribuição de massa do planeta. Já o GOCE, da ESA, teve papel importante na obtenção de informações de alta precisão sobre o campo gravitacional terrestre.

O que a gravidade tem a ver com o formato do geoide?

A gravidade é diretamente influenciada pela distribuição de massa.

Regiões com maior concentração de massa podem apresentar pequenas diferenças no campo gravitacional em comparação com áreas onde a distribuição de massa é menor. Essas variações são extremamente sutis, mas podem ser detectadas por instrumentos espaciais e técnicas de geodésia.

É justamente essa diferença que o geoide procura representar.

Por isso, a imagem produzida pela NASA não deve ser confundida com uma fotografia da Terra. Ela é, na verdade, uma visualização científica de uma propriedade física do planeta.

Modelo ajuda a entender melhor a Terra

Embora possa parecer uma representação puramente visual, o geoide possui aplicações importantes na ciência.

Modelos precisos do campo gravitacional são utilizados em estudos de geodésia, oceanografia, geofísica e observação da Terra. Eles também ajudam pesquisadores a compreender melhor como a massa está distribuída no planeta.

A NASA destaca que a visualização foi construída justamente para tornar o conceito mais compreensível. A representação tridimensional permite observar de maneira intuitiva as variações que normalmente seriam apresentadas apenas por meio de dados matemáticos.

A agência também disponibilizou um modelo 3D interativo do geoide, permitindo que o usuário gire e explore a representação.

A Terra é uma esfera perfeita?

Não.

Em escala global, a Terra se aproxima de um esferoide oblato, ou seja, é ligeiramente achatada nos polos e mais larga na região do equador por causa de sua rotação.

Entretanto, quando os cientistas analisam o campo gravitacional, surge uma representação ainda mais complexa: o geoide.

É essa diferença entre a forma geométrica simplificada do planeta e a distribuição real de seu campo gravitacional que explica a aparência irregular mostrada na nova visualização.

Portanto, a imagem da NASA não significa que a Terra seja fisicamente parecida com uma espécie de “batata espacial”. O formato irregular é uma maneira de tornar visíveis diferenças gravitacionais que normalmente não podem ser percebidas a olho nu.

Por que os satélites são importantes nesse estudo?

A observação por satélite permite analisar o planeta de uma perspectiva global e obter dados que seriam muito mais difíceis de reunir apenas por medições realizadas na superfície.

Com missões espaciais dedicadas à observação da gravidade, pesquisadores conseguem identificar variações extremamente pequenas na distribuição de massa terrestre.

Ao combinar observações realizadas durante muitos anos, os cientistas conseguem construir modelos cada vez mais precisos.

No caso do GOCO06s, a combinação de dados de 19 satélites e mais de 1 bilhão de observações possibilitou criar uma representação global detalhada do campo gravitacional.

O que a imagem revela sobre o planeta?

A principal mensagem da representação é que a Terra é muito mais complexa do que uma simples esfera uniforme.

A distribuição de massa no planeta apresenta variações em diferentes escalas. Essas diferenças influenciam o campo gravitacional e, consequentemente, a superfície equipotencial representada pelo geoide.

A visualização ajuda a transformar um conceito abstrato da geofísica em algo que pode ser observado diretamente.

Em outras palavras, a NASA não revelou uma nova “forma” física da Terra, mas uma maneira mais clara de visualizar como a gravidade molda uma superfície de referência do planeta.

NASA disponibiliza modelo tridimensional

Além da imagem, a NASA disponibilizou uma versão tridimensional do geoide baseada no modelo GOCO06s.

A agência informa que o arquivo pode ser explorado de forma interativa, permitindo visualizar a representação de diferentes ângulos. A altura do geoide continua exagerada em 10 mil vezes para facilitar a percepção das diferenças.

A iniciativa também mostra como dados científicos extremamente complexos podem ser transformados em visualizações capazes de aproximar o público de conceitos relacionados à gravidade, geodésia e estrutura do planeta.

Uma nova forma de enxergar a Terra

A nova representação da NASA oferece uma perspectiva diferente sobre o planeta em que vivemos.

Embora a Terra continue sendo visualmente próxima de uma esfera quando observada do espaço, seu campo gravitacional é muito mais complexo. A distribuição desigual de massa cria pequenas variações que podem ser medidas por satélites e representadas matematicamente.

Com mais de 1 bilhão de observações, 15 anos de dados e informações de 19 satélites, o modelo GOCO06s transforma essas diferenças praticamente invisíveis em uma imagem tridimensional.

A imagem, portanto, não mostra uma Terra deformada, mas revela algo que não conseguimos enxergar normalmente: as variações do campo gravitacional que ajudam a definir o geoide terrestre.

Noticias

Lucimar das Neves, irmão de Leide das Neves e vítima do Césio-137, morre aos 53 anos em Goiás

Lucimar das Neves Ferreira foi encontrado morto em Aparecida de Goiânia. Ele tinha 14 anos quando foi exposto à radiação no acidente com Césio-137, em 1987.

Lucimar das Neves Ferreira, irmão de Leide das Neves Ferreira, uma das vítimas mais conhecidas do acidente radiológico com Césio-137 em Goiânia, morreu aos 53 anos em Goiás. Ele foi encontrado sem vida em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, no sábado (25).

A informação foi confirmada pela família. Até o momento, a causa da morte de Lucimar das Neves não foi divulgada. O velório e o sepultamento ocorreram no domingo (26), em Abadia de Goiás.

Lucimar das Neves foi vítima do acidente com Césio-137

Lucimar tinha apenas 14 anos quando foi exposto ao Césio-137, durante o acidente radiológico que atingiu Goiânia em setembro de 1987.

O episódio começou depois que um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica desativada foi retirado do local e levado para um ferro-velho. Dentro do equipamento havia uma cápsula com material radioativo. Depois que a cápsula foi aberta, o material contaminante acabou sendo manipulado e levado para diferentes locais, provocando uma das maiores tragédias radiológicas já registradas fora de uma instalação nuclear.

Lucimar fazia parte da família diretamente atingida pela contaminação. Na época do acidente, ele precisou receber atendimento médico e chegou a ser transferido para o Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, em razão da exposição à radiação.

Irmão de Leide das Neves

A história de Lucimar também ficou ligada à de sua irmã mais nova, Leide das Neves Ferreira.

Leide tinha apenas 6 anos quando foi contaminada pelo Césio-137. Ela morreu em outubro de 1987 e se tornou um dos principais símbolos da tragédia que marcou a história de Goiânia e de Goiás.

A morte de Lucimar representa uma nova perda para a família das vítimas do acidente. A mãe dos dois, Lourdes das Neves, confirmou o falecimento do filho.

Morte de Lucimar reacende lembranças da tragédia em Goiânia

O falecimento de Lucimar também voltou a chamar atenção para as consequências que o acidente com Césio-137 deixou para as famílias diretamente envolvidas.

O presidente da Associação das Vítimas do Césio-137, Marcelo Santos Neves, destacou a necessidade de apoio à família neste momento, especialmente à mãe de Lucimar, que décadas atrás já havia enfrentado a perda de Leide.

O acidente de 1987 provocou a contaminação de centenas de pessoas e deixou quatro mortes diretamente associadas à exposição ao material radioativo. O caso permanece como um dos episódios mais marcantes da história de Goiás e da radiologia no Brasil.

O que aconteceu no acidente com Césio-137?

O acidente radiológico de Goiânia teve início em setembro de 1987, quando um aparelho de radioterapia que estava abandonado em uma antiga clínica foi retirado do local por catadores de materiais recicláveis.

O equipamento acabou chegando a um ferro-velho, onde a cápsula que continha Césio-137 foi aberta. O material radioativo, que apresentava uma aparência azulada, foi manipulado por pessoas que desconheciam o perigo.

A contaminação se espalhou para diferentes pessoas e locais antes que as autoridades identificassem a origem do problema. O episódio provocou uma grande operação de emergência, com monitoramento de moradores e identificação das pessoas que tiveram contato com o material.

Entre as vítimas fatais diretamente relacionadas ao acidente estão Leide das Neves Ferreira, Maria Gabriela Ferreira, Israel Batista dos Santos e Admilson Alves de Souza.

Legado do Césio-137 continua vivo em Goiás

Quase quatro décadas depois do acidente, o caso do Césio-137 continua presente na memória de Goiânia e das famílias afetadas.

A história de Leide das Neves tornou-se símbolo da dimensão humana da tragédia, enquanto sobreviventes como Lucimar carregaram ao longo da vida as lembranças de um dos episódios mais graves envolvendo material radioativo no Brasil.

A morte de Lucimar das Neves, aos 53 anos, volta a colocar em evidência a história das vítimas do Césio-137 e a necessidade de preservar a memória do acidente ocorrido em Goiânia em 1987.

Até a publicação desta reportagem, não havia sido divulgada a causa da morte de Lucimar das Neves Ferreira.

Entretenimento

Toy Story 5 ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais

Toy Story 5 alcançou um novo marco histórico nas bilheterias. A animação da Pixar ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação mundial, consolidando-se como um dos maiores sucessos cinematográficos de 2026.

De acordo com os números mais recentes, o filme acumulou aproximadamente US$ 1,022 bilhão globalmente, sendo cerca de US$ 448,6 milhões nos Estados Unidos e Canadá e aproximadamente US$ 573,5 milhões no mercado internacional.

O resultado coloca Toy Story 5 entre os grandes fenômenos comerciais do ano e reforça a força da franquia criada pela Pixar.

Toy Story 5 supera US$ 1 bilhão

A marca de US$ 1 bilhão foi alcançada poucas semanas depois da estreia do longa nos cinemas.

O quinto filme da franquia começou sua trajetória comercial com números expressivos. Em seu primeiro fim de semana, Toy Story 5 arrecadou US$ 312 milhões mundialmente, registrando uma das maiores aberturas da história da Pixar.

O desempenho inicial ajudou o filme a permanecer entre os títulos mais populares do mercado internacional durante as semanas seguintes.

Agora, com mais de US$ 1 bilhão acumulados, a produção demonstra que o interesse do público pelos personagens Woody, Buzz Lightyear e companhia continua forte décadas depois do lançamento do primeiro filme.

Terceiro filme de 2026 a atingir a marca

O novo sucesso da Pixar também ganhou importância dentro do mercado cinematográfico de 2026.

Toy Story 5 é o terceiro filme lançado em 2026 a ultrapassar US$ 1 bilhão em bilheteria mundial. O resultado coloca a animação em um grupo extremamente seleto de grandes sucessos comerciais do ano.

O desempenho também é significativo para a Pixar, que agora soma mais um título bilionário à sua história. Segundo os dados publicados sobre o marco, Toy Story 5 é o sexto filme da Pixar a superar US$ 1 bilhão globalmente.

Quanto Toy Story 5 arrecadou?

Os números atuais mostram uma divisão relativamente equilibrada entre o mercado doméstico e o internacional.

MercadoBilheteria aproximada
Estados Unidos e CanadáUS$ 448,6 milhões
InternacionalUS$ 573,5 milhões
Total mundialUS$ 1,022 bilhão

Os valores podem continuar aumentando enquanto o filme permanecer em cartaz nos cinemas.

O mercado internacional representa uma parcela ligeiramente maior da arrecadação total, mostrando que a franquia continua tendo enorme alcance fora da América do Norte.

Uma nova vitória para a franquia Toy Story

O sucesso de Toy Story 5 é especialmente relevante porque a franquia já possui uma trajetória de mais de três décadas.

O primeiro Toy Story chegou aos cinemas em 1995 e ajudou a transformar a animação digital em uma das principais forças de Hollywood. Desde então, a série se tornou uma das propriedades mais reconhecidas da Pixar.

A chegada do quinto filme poderia representar um desafio: convencer o público de que ainda havia espaço para uma nova aventura depois de quatro produções anteriores.

A resposta das bilheterias, porém, indica que o interesse continua elevado.

Toy Story 5 teve uma estreia poderosa

Antes de chegar à marca de US$ 1 bilhão, o filme já havia estabelecido uma forte trajetória comercial.

A animação registrou aproximadamente US$ 160 milhões no mercado doméstico em seu primeiro fim de semana, enquanto a arrecadação internacional ajudou a elevar o total global de estreia para US$ 312 milhões.

O resultado foi suficiente para transformar Toy Story 5 em um dos maiores lançamentos da Pixar.

O desempenho também mostrou que o público não estava apenas interessado em assistir ao novo capítulo por nostalgia: o filme conseguiu atrair espectadores em diferentes mercados ao redor do mundo.

Pixar amplia sua lista de filmes bilionários

O novo resultado também representa uma conquista importante para a Pixar.

Ao ultrapassar US$ 1 bilhão, Toy Story 5 entra para o grupo de produções da companhia que conseguiram alcançar esse patamar global de bilheteria.

A marca é particularmente importante para um estúdio de animação porque demonstra a capacidade de suas franquias de gerar grandes receitas em diferentes gerações.

Além de Toy Story, a Pixar possui outras propriedades de enorme alcance internacional, incluindo Os Incríveis, Procurando Dory, Procurando Nemo, Divertida Mente e outras produções que conquistaram o público mundial.

O que explica o sucesso de Toy Story 5?

Vários fatores podem ajudar a explicar o desempenho comercial do novo filme.

O primeiro é a força da própria franquia. Toy Story possui reconhecimento global e personagens que fazem parte da infância de diferentes gerações.

Outro fator é a combinação entre nostalgia e uma nova história. Adultos que cresceram assistindo aos filmes anteriores podem ter retornado aos cinemas acompanhados por filhos ou familiares mais jovens.

A estratégia também se beneficia da força global da marca Disney e da distribuição internacional do filme.

O filme ainda pode arrecadar mais

Apesar de já ter ultrapassado a barreira de US$ 1 bilhão, Toy Story 5 ainda pode aumentar sua arrecadação mundial enquanto continuar disponível nos cinemas.

O valor final dependerá principalmente da permanência do filme em cartaz e do ritmo de queda das receitas semanais em diferentes mercados.

Por isso, o número de US$ 1,022 bilhão não necessariamente representa o resultado definitivo da produção.

A pergunta agora é até onde o longa conseguirá chegar antes de encerrar sua passagem pelas salas de cinema.

Toy Story 5 pode se tornar o maior filme de 2026?

O desempenho coloca Toy Story 5 em uma posição muito forte na disputa pelos maiores sucessos cinematográficos de 2026.

Com mais de US$ 1 bilhão globalmente, o filme já ultrapassou a maioria das produções lançadas neste ano. No entanto, o ranking ainda pode mudar com a chegada de grandes títulos ao longo do segundo semestre.

O resultado também mostra como as grandes franquias continuam dominando o mercado mundial de cinema.

Para a Disney e a Pixar, o sucesso representa uma confirmação de que personagens conhecidos continuam capazes de gerar enorme interesse comercial quando recebem novas histórias.

Um novo recorde para Buzz e Woody

O marco de US$ 1 bilhão é mais um capítulo importante na história de Toy Story.

A franquia conseguiu atravessar diferentes gerações sem perder sua relevância cultural e comercial. Agora, Toy Story 5 adiciona mais uma conquista ao legado da série ao se tornar um dos maiores sucessos de bilheteria de 2026.

Com mais de US$ 1,02 bilhão arrecadados mundialmente, o filme já pode ser considerado um dos grandes fenômenos cinematográficos do ano.

E enquanto a produção continuar em cartaz, a bilheteria ainda pode crescer.

Toy Story 5 chegou ao clube do bilhão — e a força da franquia mostra que a história de Woody, Buzz e seus companheiros está longe de perder espaço entre o público mundial.

Tecnologia

Apple prepara novo iPad mini com resistência à água e tela OLED

A Apple pode estar preparando uma das maiores atualizações da história do iPad mini. A próxima geração do tablet compacto é esperada para chegar até outubro de 2026 e poderá trazer, pela primeira vez na linha iPad, um design com maior resistência à água, além de uma aguardada tela OLED.

As informações ainda não foram anunciadas oficialmente pela Apple, mas os rumores recentes apontam para mudanças importantes no aparelho. Entre elas estão um novo sistema de alto-falantes baseado em vibração, uma estrutura mais protegida contra a entrada de água e poeira e a adoção de tecnologia OLED.

Se confirmadas, essas mudanças poderão transformar o iPad mini 2026 em um dos tablets mais interessantes do catálogo da Apple.

Novo iPad mini pode ser resistente à água

A principal novidade é justamente uma característica que os iPads atuais não oferecem oficialmente: resistência à água.

Segundo informações divulgadas sobre o projeto, a Apple estaria desenvolvendo uma nova estrutura para o iPad mini capaz de oferecer proteção semelhante à encontrada nos iPhones em ambientes úmidos. A ideia seria tornar o tablet mais adequado para situações cotidianas como uso próximo a uma piscina ou em um banheiro.

É importante, porém, não confundir resistência à água com impermeabilidade. Até o momento, não há confirmação pública sobre uma classificação IP específica para o futuro iPad mini.

Também não está claro se o dispositivo terá uma certificação equivalente ao IP68 dos iPhones. A Apple ainda não confirmou oficialmente essa especificação para o novo tablet.

Apple pode eliminar os tradicionais furos dos alto-falantes

Para tornar o iPad mini mais resistente à entrada de água, a Apple estaria trabalhando em uma solução diferente para os alto-falantes.

O projeto citado nos relatos utiliza um sistema de áudio baseado em vibração, que permitiria produzir som por meio de superfícies do próprio dispositivo, reduzindo a necessidade de aberturas tradicionais para os alto-falantes.

Essa mudança teria uma função além da qualidade sonora: diminuir um dos pontos por onde água e poeira poderiam entrar no aparelho.

A abordagem seria diferente daquela utilizada nos iPhones, que contam com componentes de vedação e outros métodos de proteção para preservar as aberturas do dispositivo.

iPad mini 2026 pode finalmente ganhar tela OLED

A resistência à água não deve ser a única grande novidade.

Relatos recentes indicam que a próxima geração do iPad mini poderá receber uma tela OLED, tecnologia que já está presente no iPad Pro, mas ainda não chegou ao pequeno tablet da Apple.

A mudança de LCD para OLED poderia melhorar significativamente a experiência visual. Entre os benefícios esperados estão:

  • pretos mais profundos;
  • maior contraste;
  • cores mais intensas;
  • melhor qualidade de imagem;
  • potencialmente melhor experiência para filmes e jogos.

A Apple atualizou o iPad Pro com telas OLED em 2024, mas o iPad mini continua utilizando LCD. A chegada do OLED representaria, portanto, uma importante evolução dentro da linha compacta.

Quando será lançado o novo iPad mini?

As informações mais recentes apontam para um lançamento até outubro de 2026.

O cronograma ainda não foi confirmado pela Apple, portanto a data exata de apresentação permanece desconhecida. O atual iPad mini de sétima geração foi lançado em outubro de 2024, equipado com o chip A17 Pro.

Isso significa que a próxima atualização deverá ocorrer aproximadamente dois anos depois da geração atual.

Caso a Apple mantenha o calendário esperado, o segundo semestre de 2026 poderá ser decisivo para o futuro do iPad mini.

Qual será o chip do iPad mini 2026?

Além da tela OLED e da resistência à água, existem rumores de que a Apple também poderá atualizar o processador.

Relatos anteriores mencionaram a possibilidade de o próximo iPad mini utilizar um A19 Pro ou A20, representando um salto em relação ao A17 Pro da geração atual. No entanto, essa informação ainda não foi confirmada oficialmente.

Uma atualização de processador poderia melhorar o desempenho geral, a eficiência energética e os recursos relacionados à inteligência artificial no dispositivo.

Por enquanto, porém, o chip definitivo deve ser tratado como informação especulativa.

O novo iPad mini poderá ficar mais caro?

Outra consequência possível das novas tecnologias é um aumento no preço.

Uma tela OLED tende a ser mais cara do que um painel LCD, enquanto uma nova estrutura resistente à água e um sistema de áudio redesenhado também podem aumentar os custos de fabricação. Relatos anteriores chegaram a apontar para a possibilidade de um aumento de preço de até US$ 100, embora isso não tenha sido confirmado pela Apple.

O atual iPad mini parte de US$ 499 nos Estados Unidos, segundo informações reunidas nos relatos sobre o produto.

Ainda não há informações confiáveis sobre o preço oficial da próxima geração ou sobre os valores que seriam praticados no Brasil.

Por que a resistência à água pode ser importante?

A mudança pode parecer pequena, mas teria impacto direto no uso diário.

O iPhone já oferece resistência à água em suas gerações recentes, enquanto os iPads não possuem uma classificação oficial equivalente. A própria documentação ambiental da Apple descreve o iPad mini atual como tendo uma construção unibody durável, mas isso não significa que ele seja resistente à água.

Um iPad mini com maior proteção poderia ser mais confortável para pessoas que utilizam o aparelho em viagens, na cozinha, próximo a piscinas ou em outros ambientes onde respingos são comuns.

Ainda assim, até que a Apple divulgue oficialmente uma classificação IP, não é recomendável considerar o futuro aparelho como à prova d’água.

iPad mini pode receber uma grande atualização em 2026

A combinação de tela OLED, maior resistência à água e um novo sistema de áudio faria do próximo iPad mini uma atualização consideravelmente mais importante do que uma simples troca de processador.

A Apple também poderia aproveitar a nova geração para atualizar outros componentes, embora ainda existam poucas informações confiáveis sobre todas as especificações.

O modelo atual foi lançado em 2024 e trouxe o chip A17 Pro, que permitiu ao iPad mini utilizar recursos de Apple Intelligence.

Agora, a empresa parece estar preparando uma renovação mais ampla para manter o tablet compacto competitivo em um mercado no qual telas OLED e resistência à água já são características valorizadas pelos consumidores.

O que esperar do iPad mini 2026

Se os rumores se confirmarem, o novo iPad mini poderá chegar com um conjunto de mudanças bastante relevante:

Tela OLED: melhor contraste, cores mais fortes e pretos mais profundos.

Resistência à água: uma estrutura redesenhada para reduzir a entrada de líquidos e poeira.

Novo sistema de áudio: alto-falantes baseados em vibração que podem eliminar algumas aberturas tradicionais.

Novo processador: possibilidade de um chip A19 Pro ou A20, embora ainda sem confirmação.

Lançamento: expectativa de apresentação até outubro de 2026.

Preço: possibilidade de aumento em relação à geração atual, especialmente por causa da tela OLED.

Nenhuma dessas especificações deve ser considerada definitiva até que a Apple faça o anúncio oficial.

Apple pode transformar o iPad mini em um tablet muito mais versátil

O próximo iPad mini pode representar uma mudança importante para a menor categoria de tablets da Apple.

A possível combinação de uma tela OLED com maior resistência à água resolveria duas das principais limitações associadas ao modelo atual. Ao mesmo tempo, um processador mais moderno poderia ampliar a capacidade do aparelho para jogos, produtividade e recursos de inteligência artificial.

O lançamento esperado até outubro de 2026 será, portanto, um dos eventos mais aguardados para os fãs do tablet compacto.

Por enquanto, a Apple mantém silêncio sobre o produto. Mas, se os rumores estiverem corretos, o iPad mini 2026 poderá ser o primeiro iPad da história com resistência à água e também o primeiro modelo compacto da linha a adotar uma tela OLED.