Um breve relatório de observação sobre o Tennessee antes do confronto do Michigan nas quartas de final.
O Michigan Wolverines, cabeça de chave número 1, está se preparando para o confronto das quartas de final deste domingo (29 de março) contra o Tennessee Volunteers, sexto colocado.
Vindo de uma impressionante vitória por 13 pontos (90-77) sobre o Alabama, o Michigan jogará sua segunda partida consecutiva contra um adversário da SEC.
Já o Tennessee derrotou o Iowa State, segundo colocado, na noite de sexta-feira, para avançar às quartas de final, vencendo os Cyclones por 76-62.
Aqui estão três coisas que os torcedores do Michigan devem saber sobre o Tennessee antes do confronto de domingo.
O Tennessee pode igualar o tamanho do Michigan
Vimos durante toda a temporada o Michigan usar seu tamanho para dominar a categoria dos rebotes contra seus adversários, com o trio de garrafão formado por Yaxel Lendeborg, Morez Johnson Jr. e Aday Mara.
No entanto, os Voluntários serão capazes de atingir esse tamanho. Três dos cinco titulares do Tennessee têm pelo menos 2,08 m de altura. As estatísticas comprovam a capacidade do UT em rebotes, ocupando o segundo lugar na Divisão I da NCAA em saldo de rebotes (12,9), o segundo em rebotes ofensivos por jogo (15,81) e o quarto em rebotes por jogo (42,47).
Em seu último jogo contra o Iowa State, os Volunteers dominaram completamente os rebotes, terminando com 43, contra apenas 22 dos Cyclones.
Análise de arremessos de três pontos
O UT tem a melhor defesa de três pontos da SEC, limitando os adversários a pouco mais de 30% de aproveitamento, o que o coloca em 21º lugar no país.
No entanto, no ataque, os Volunteers não costumam arremessar de três pontos. Na temporada, o Tennessee tem uma média de 19,5 tentativas de três pontos por jogo, o que o coloca em 306º lugar no país e em 16º na conferência.
Isso vai ser um grande desafio. Uma mudança de ritmo em relação ao último jogo dos Wolverines, já que o Alabama vinha com uma média de 35,6 arremessos por jogo antes da partida, a maior do país.
Na temporada, quatro dos cinco maiores pontuadores do Tennessee são alas, o que faz sentido dada a falta de arremessos de longa distância. Liderando o garrafão está o calouro Nate Ament, com 17 pontos e 6,4 rebotes por jogo.
Sua maior fraqueza
O Tennessee tem dificuldades na linha de lance livre, com aproveitamento inferior a 70%. Essa porcentagem o coloca na 281ª posição no ranking nacional e na 14ª na SEC. Os Volunteers vão à linha de lance livre 23,1 vezes por jogo.
No jogo das oitavas de final, o Tennessee converteu apenas 60% dos lances livres (16 de 27).
Entre os jogadores que desempenham um papel significativo na equipe, Jaylen Carey é o que mais sofre na linha de lance livre, com aproveitamento inferior a 50% no ano. 107 tentativas.