“Todos eles, todos eles, todos eles, cada um deles”, disse Ladapo. “Cada um deles está errado e transborda desdém e escravidão.”
Mas o fim de alguns mandatos exigiria alterações legislativas e, até agora, o apoio a tais mudanças não foi obtido – nem popular entre o público. Em outubro, uma pesquisa da Universidade do Norte da Flórida descobriu que 63% dos habitantes da Flórida são contra o fim da obrigatoriedade das vacinas. Isso inclui 48% que se opuseram fortemente.
Nas redes sociais, DeSantis respondeu à rejeição da Câmara chamando-a de “travessuras políticas típicas”.
Ladapo também respondeu, dizendo: “A agenda do governador para defender a liberdade, seja da tirania médica ou dos oligarcas tecnológicos, é algo que os habitantes da Flórida e os americanos de todo o mundo desejam e valorizam. Os membros da Câmara da Flórida deveriam liderar esse esforço, e não atrapalhar”.
Segundo o Times, Ladapo ainda está trabalhando com a secretaria estadual de saúde para revogar as determinações de vacinas contra: varicela (varicela); hepatite B; bactérias pneumocócicas; e Haemophilus influenzae tipo B, ou Hib, uma bactéria que pode ser mortal. Os requisitos para vacinação contra sarampo, caxumba, rubéola, coqueluche (tosse convulsa), difteria e poliomielite exigiriam mudanças na legislação.